Estamos de volta!!

Estamos de volta!!
São João está chegando...

29 de jan de 2016

As Borboletas



beijinhos de alegria!

25 de jan de 2016

Dia do Carteiro!


Quando este profissional chegar na nossa casa para entrega a correspondência, vamos recebê-lo com carinho e educação, lembrando que ele percorre distâncias e distâncias, durante todo o dia, para entregar aquela cartinha ou aquela encomenda que estamos esperando.

Parabéns "Carteiros"!
Deus abençoe todos vocês!!

Beijinhos de luz.

Dia do Leitor!


No dia 07 de janeiro se comemorou o Dia do Leitor. 

É preciso que os pais e educadores incentivem as crianças ao hábito da leitura. 

Ler, além de ampliar o vocabulário, desenvolve o senso crítico, o senso de síntese , ao reproduzir o que foi lido, a imaginação, a criatividade, enfim, é um hábito muito agradável e salutar. 

Enquanto a criança está com um bom livro nas mãos com certeza estará distante de coisas que lhes são proibidas por não servirem pra uma vida sadia.

Se as crianças crescem vendo os pais, educadores e familiares lendo, é bem provável que se sentirá atraída pela leitura.

Leve livros para casa, para você adulto e para as crianças, respeitando a sua faixa etária.

Ajude-a, se for preciso, incentive-a e futuramente você colherá os mais belos frutos no seu aprendizado e na sua vida.

Livros estão caros? 
Compre-os em sebos, na Estante Virtual, troque, mas faça isso que você não irá se arrepender!

Beijinhos de luz!

15 de jan de 2016

O Corvo e o Pavão


O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia com desprezo ao corvo:

- Repare como sou belo! 
Que cauda, hein? 
Que cores, que maravilhosa plumagem! 
Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?

- Não há dúvida que você é um belo bicho -- disse o corvo. 
Mas, perfeito? Alto lá!

- Quem quer criticar-me! 
Um bicho preto, capenga, desengraçado e, além disso, ave de mau agouro... 
Que falha você vê em mim, ó tição de penas?

O corvo respondeu:


- Noto que para abater o orgulho dos pavões a natureza lhes deu um par de patas que, faça-me o favor, envergonharia até a um pobre diabo como eu...

O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente. 

E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma.

Tinha razão o corvo: 
*não há beleza sem senão*.

"Monteiro Lobato"

beijinhos de luz...

13 de jan de 2016

Rosca Deliciosa


Ingredientes:

Massa:

. 6 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 2 colheres (sopa) de açúcar
. ½ colher (chá) de sal
. 3 ovos
. ½ xícara (chá) óleo
. 3 tabletes de fermento biológico (15 g)
. 1 e ¼ xícara (chá) de leite
. Farinha de trigo para polvilhar

Recheio:

. ½ xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente
. 1 e ¼ xícara (chá) de açúcar cristal

Para umedecer:

. ½ xícara (chá) de leite
. ½ xícara (chá) de açúcar

Modo de preparo:

- Coloque a farinha em uma tigela, faça um buraco no meio e junte o açúcar, o sal, os ovos, o óleo e o fermento dissolvido no leite. 

- Misture com um garfo e depois amasse com as mãos, em uma superfície polvilhada com farinha, até a massa soltar das mãos. 

- Cubra com um pano e deixe descansar até dobrar de tamanho, cerca de 40 minutos. 

- Coloque a em uma superfície polvilhada com farinha e abra-a com um rolo até obter um retângulo.

Recheio: 

Misture a manteiga com o açúcar e espalhe sobre a massa.

Montagem: 

- Enrole a massa como um rocambole pelo lado mais comprido. 

- Corte em nove pedaços e coloque-os, lado a lado, deixando um espaço entre
eles, em uma fôrma com buraco no meio (25 cm), untada com manteiga. 

- Deixe crescer por mais 25 minutos. 

- Asse em forno médio, preaquecido, até que estejam dourados. 

- Retire do forno. 

- Ferva o leite para umedecer a massa e misture com o açúcar. 

- Jogue por cima do pão ainda quente.

8 de jan de 2016

Dia Nacional da Fotografia


A fotografia na infância é muito importante porque, além de registrar os momentos mágicos do crescimento e desenvolvimento das crianças, fortalece o elo de união entre elas e os seus pais.

Fotografe, grave, registre a magia da vida!!

beijinhos de luz!

5 de jan de 2016

Relax...com charadinhas!



"PASSE O MOUSE E VEJA A RESPOSTA"


Ao todo são 3 irmãos: o mais velho já se foi o do meio está conosco e o caçula não nasceu?
Resposta: Passado, presente e futuro.

Por que a vaca baba?
Resposta: Porque não consegue cuspir!

O que é que anda com a barriga para trás?
Resposta: A perna da gente.

Por que é difícil enterrar o elefante?
Resposta: Porque os parentes lotam o cemitério.

Duas pulgas decidiram passear. O que uma perguntou a outra?
Resposta: Vamos a pé ou tomamos um cachorro.

Qual é o animal que não vale mais nada?
Resposta: O javali.

Onde é que o boi consegue passar, mas o mosquito fica preso?
Resposta: Na teia de aranha.

Qual é o melhor dia para jogar basquete?
Resposta: Na Sexta-Feira.

O que é, o que é, que anda deitado e dorme em pé?
Resposta: É o pé!

O que o cirurgião e o matemático têm em comum?
Resposta: Ambos vivem fazendo operações.

Por que o menino colocou o despertador embaixo da cama?
Resposta: Para acordar em cima da hora.

Qual é a palavra que só tem três letras e acaba com tudo?
Resposta: Fim.

Quando é que um tigre se parece com um velho?
Resposta: Quando é um tigre de bengala.

O que é que nasce grande e morre pequeno?
Resposta: O lápis.

O que a zebra disse para a mosca?
Resposta: Você está na minha listra negra.

O que tem no meio do ovo?
Resposta: A letra 'V'.

O que é, o que é que se alimenta de léguas?
Resposta: O Papa-léguas.
Beijinhos de luz!

4 de jan de 2016

Dia Mundial do Braille


No dia 04 de janeiro comemora-se o “Dia Mundial do Braille”, o sistema de leitura e escrita que permite que milhares de pessoas com deficiência visual sejam leitores de diferentes gêneros, autores e materiais. Louis Braille (jovem cego francês) foi o responsável por essa grande conquista há quase 200 anos. Ao desenvolver o Sistema Braille, a escrita e leitura por pontos em relevo, ele facilitou o acesso à informação, à cultura e ao entretenimento às pessoas que não enxergam.

No Brasil, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida por ter a maior Imprensa Braille da América Latina em capacidade produtiva, com impressão em larga escala, equipamentos de grande porte, recursos humanos especializados e matéria prima especial. Há quem diga que nos últimos 60 anos “não há no Brasil uma só pessoa cega alfabetizada que não tenha tido em suas mãos pelo menos um livro em Braille produzido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos”.

Termine a leitura

2 de jan de 2016

A Menina Dos Fósforos


Fazia tanto frio! 
A neve não parava de cair no leste europeu, e a gélida noite aproximava-se. Aquela era a última noite de dezembro, véspera do dia de Ano Novo. 

Perdida no meio do frio intenso e da escuridão uma pobre menina seguia pela rua afora, a cabeça descoberta e os pés descalços. 

É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas estes não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, pesados e encharcados de neve que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua, correndo, para fugir de um bonde. 

Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a menina seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no bolso dianteiro do avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a todos que passavam, oferecendo: 

— Quer comprar fósforos bons e baratos? 
— Mas o dia lhe tinha sido adverso. 
Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão sequer. 

Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre criança! 

Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. 

Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro delicioso da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. 

Nisso, sim, é que ela pensava, o que lhe enchia de água a boca. 

Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de uma varanda. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda; e o padrasto, malvado, seria capaz de lhe bater. 

E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa meia-água, um barraco, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. 

Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se tirasse um, um só palito, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos...! 

Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a queimar ! 

Parecia a chama quente e viva de uma vela, quando a menina a tapou com a mão.

Mas, que luz era aquela? A menina imaginou que estava sentada em frente de uma lareira cheia de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom...! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e a lareira desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como vidro. E a menina viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandescente de louças delicadas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batatas, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da menina. 

O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

Acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se viu ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as vitrines das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direção à terra, deixando atrás de si um comprido rastro de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe à vezes: «Quando vires uma estrela cadente, um meteorito, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! 
Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como a lareira, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda. Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. 

Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma menina, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… morta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos.

 — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. 

Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.

Hans Christian Andersen

1 de jan de 2016

Dia Mundial da Paz


O Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de Dia da Paz foi criado pelo Papa Paulo VI com uma mensagem datada do dia 08 de dezembro de 1967.  para que o primeiro fosse celebrado sempre no primeiro dia do ano civil (01 de janeiro) a partir de 1968, coisa que acontece até hoje.

Dizia o Papa Paulo VI em sua primeira mensagem para este dia: "Dirigimo-nos a todos os homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no primeiro dia do ano civil, 01 de janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".


A proposta de dedicar à Paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da Paz, como se se tratasse de uma iniciativa sua própria; que ela se exprimisse livremente, por todos aqueles modos que mais estivessem a caráter e mais de acordo com a índole particular de quantos avaliam bem, como é bela e importante ao mesmo tempo, a consonância de todas as vozes do mundo, consonância na harmonia, feita da variedade da humanidade moderna, no exaltar este bem primário que é a Paz.

 
Completava ainda o Papa Paulo VI: "A Igreja Católica, com intenção de servir e de dar exemplo, pretende simplesmente lançar a ideia, com a esperança de que ela venha não só a receber o mais amplo consenso no mundo civil, mas que também encontre por toda a parte muitos promotores, a um tempo avisados e audazes, para poderem imprimir ao Dia da Paz, a celebrar-se nas calendas de cada novo ano, caráter sincero e forte, de uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo um devir mais feliz, ordenado e civil".


Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!