Estamos de volta!!

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O Inverno Chegou...
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9 de set de 2014

Bebê ou criança surda



Como detectar se a criança ou bebê é surdo. Nos primeiros meses de vida, o bebê ainda não é capaz de fazer uma relação entre as emoções que experimenta e o que podem significar. O bebê depende totalmente de sua mamãe para sentir-se compreendido e atendido nas suas necessidades básicas. Quando ele está incomodado ou vive alguma tensão, é sua mãe que identifica a origem do mal estar e lhe oferece alívio necessário para que seu equilíbrio seja recuperado.
A repetição constante dessas experiências é o que possibilita o desenvolvimento da capacidade de pensar do bebê. Esta situação se dificulta quando o bebê apresenta um transtorno, parcial ou total, em seu aparelho auditivo. Quando chora, o bebê não poderá tranquilizar-se porque não chegará a ouvir a voz de alento da mãe. Isso pode gerar sentimentos de insegurança, de abandono, e fazer com que o bebê não se sinta correspondido pelos pais, ou que se sinta distante deles. Nesta fase, dos bebês, é muito difícil detectar uma deficiência auditiva.

Como posso saber se meu filho ouve bem

Segundo alguns especialistas, a surdez é mais facilmente detectada somente a partir dos 2 ou 3 anos. Quando se trata de uma criança, é mais cômodo notar alguma dificuldade nesse sentido, já que este problema pode alterar seu comportamento. Ela deixará de responder quando seus pais a chamam, pedirá que aumentem o volume da televisão, do aparelho de música, e isso também influirá no seu trabalho do colégio, como também em sua conduta. Se mostrará mais reservado, excluído, porque se sentirá inseguro.

Existem alguns sinais e situações nas que os pais podem suspeitar quando alguma coisa não vai bem com a audição do seu filho:
Exemplos:
1- Quando o bebê recém-nascido não mostra sobressalto nem se desperta diante de qualquer ruído do ambiente;

2- Quando os bebês e crianças fazem muito barulho durante os jogos;

3- Quando um bebê, de mais de 3 meses, não vira ao chamá-lo;

4- Quando um bebê de aproximadamente 1 ano não inicia linguagem;

5- Quando uma criança, no seu primeiro ano de vida, não balbucia nem responde aos sons nem às chamadas normais em uma família;

6- Quando uma criança, de 2 anos de idade, ainda não diz papai nem mamãe;

7- Quando uma criança, aos 2 anos de idade, atende somente às ordens simples e básicas, sem olhar a quem as produz;

8- Quando uma criança, de 3 anos de idade, não diz palavras, mas emite ruídos que não se entendem;

9- Quando uma criança, aos 3 anos de idade, não é capaz de repetir frases com mais de duas palavras;

10- Quando uma criança, aos 4 anos de idade, não sabe nos contar o que acontece;

11- Quando um menino, aos 5 anos de idade, ainda fala como bebê;

12- Quando uma criança é muito passivo e não incomoda;

13- Quando uma criança pronuncia mal as letras: R, S, D, L, J, e T;

14- Quando o bebê seja demasiadamente tranquilo;

15- Quando o bebê não se altera diante de ruídos inesperados.


beijinhos de alegria...

#setembroazul

**Setembro Azul**


Nós temos direito à Escola Bilíngue para Surdos. 
Vamos lutar pela aprovação da proposta de emendas substitutivas do Plano Nacional Educação - PNE!

_Por que o Setembro Azul?_

Imagine uma criança mudar de país e ter que ir para a escola e não saber o idioma que seus colegas estão falando. 

Parece absurdo, mas na maioria das vezes, isso acontece com os alunos surdos brasileiros dentro da própria escola. 

Setembro Azul veio para mudar essa realidade, a Comunidade Surda Brasileira organizou a ação “Setembro Azul” que é movimento de âmbito nacional.

_O que o MEC acha da Cultura Surda?_
“do ponto de vista da educação inclusiva, o MEC não acredita que a condição sensorial institua uma cultura. As pessoas surdas estão na comunidade, na sociedade e compõe a cultura brasileira. Nós entendemos que não existe cultura surda e que esse é um princípio segregacionista. As pessoas não podem ser agrupadas nas escolas de surdos porque são surdas. Elas são diversas. Precisamos valorizar a diversidade humana”
Fonte: Revista Feneis sobre a reportagem CONAE, página 23, 3º parágrafo.
Então entendemos que o MEC não valoriza e nem aceita a cultura Surda, vamos nos mobilizar e mostrar a força da comunidade Surda brasileira.

6 de ago de 2014

Ar puro é importante para evitar doenças do inverno


Para evitar doenças do inverno, os ambientes devem ser ventilados. Se o frio está muito forte, a alternativa é agasalhar os baixinhos com mais rigor e deixar as janelas abertas. No quarto da criança, há alguns pontos a serem observados. A cama deve ficar no lugar mais quente e arejado. Bichos de pelúcia, tapetes, carpetes e cortina devem ser evitados, assim como cobertores de lã.

Outra forma de evitar as doenças do inverno, caso a umidade do ar seja baixa, é usar umidificador. Um teste simples ajuda a identificar o problema: quando as crianças vão dormir, é só colocar uma toalha de banho molhada e torcida no quarto, aberta entre as portas dos armários. Se pela manhã ela estiver seca, os pais devem começar a pensar no assunto com mais atenção.


Tempo úmido também não é solução, pois os fungos se multiplicam. E a condensação dos poluentes contribui para a agressão, especialmente aos pequenos alérgicos e pode ocasionar doenças de inverno. No mercado, há equipamentos acaricidas bastante eficazes. Travesseiros e colchões devem ser revestidos com tecido plastificado.

Para evitar as doenças de inverno, a limpeza dos ambientes merece pano úmido sobre as superfícies e é melhor evitar a presença da garotada nessas horas. Por falar nisso, não há mal nenhum na prática de exercícios ao ar livre, mesmo com o frio. Um bom agasalho resolve o problema.

Dicas para o quarto do seu filho no inverno que podem contribuir para evitar doenças do inverno :


- Animais e plantas ficam do lado de fora
- Prefira as persianas no lugar de cortinas de tecido
- Mantenha o quarto arejado e claro
- Faça a limpeza com pano úmido
- Encape travesseiros e colchões
- Troque lençóis e fronhas pelo menos uma vez por semana
- Não fume no quarto
- Escolha brinquedos que não sejam de pelúcia
- Pisos liso são melhores que tapetes ou carpetes


beijinhos de paz!!

Saúde Bucal no Inverno


A boca é importante via de contato e contágio para a disseminação desses problemas e, neste sentido, cuidar dela é um caminho para a prevenção das complicações típicas desta fase do ano.

Para se ter uma ideia, um espirro é capaz de espalhar até 40.000 gotículas infecciosas com vírus, bactérias e eventuais fungos. E pensar que tudo isso sai da boca de alguém gripado e muitas vezes comprometido na integridade das gargantas, narizes, gengivas e dentes.

Nos dias de frio intenso e seco, hidrate a boca regularmente. Consuma muita água in natura, chás desprovidos de açúcar, utilize os protetores labiais (mas lembre-se de não compartilhar o seu com as crianças ou qualquer outra pessoa).


A higiene da boca também é fundamental, além de livrar os dentes e a língua do excesso de placa bacteriana, melhorar o hálito, ela é a base fundamental para a promoção de saúde através da boca. Assim estamos reforçando a condição do nosso “sistema de defesa” para focar a prevenção e/ou o combate das doenças da época, sem ter que dividir essa tarefa com a “defesa e busca pelo equilíbrio dos problemas da boca”.

Além das escovas e do fio dental, o apoio de cremes dentais e eventuais bochechos, previstos pelo dentista, ajudam a diminuir a eliminação, no ar e nos meios de contato compartilhado, da percentagem de micro-organismos que podem comprometer a sua saúde e a dos outros ao seu redor, especialmente após o “batizado de um espirro sobre aquela superfície”…


Um ótimo e saudável inverno!

beijinhos saudáveis...

29 de jul de 2014

Inverno X Doenças respiratórias x Crianças


Como proteger as crianças de doenças respiratórias?
A grande maioria das doenças agudas que afetam as crianças no inverno é de origem viral. As que frequentam creches e escolinhas são mais afetadas, por se contaminarem com vírus que pegam dos colegas. É comum que as famílias tenham a noção errada de que o frio ou a umidade causam estas doenças. Na verdade, nos dias frios ou chuvosos, as crianças têm maior risco de infecções porque ficam em ambientes mais fechados, aumentando a chance de transmissão dos vírus. A proteção deve ser por lavagem de mãos, pois essa é a forma mais comum de transmissão. As vacinas de pneumococo e influenza (gripe) ajudam a prevenir infecções mais graves, mas é importante lembrar que a maioria dos vírus mais comuns não tem vacinas eficazes.


Deve-se tomar algum cuidado especial com bebês?
Os bebês, por estarem em idade mais vulnerável, devem ser levados ao seu médico se apresentarem quadro de dificuldade respiratória mais importante ou febre alta.

Quais são as doenças respiratórias que mais atacam as crianças no inverno?
São os resfriados comuns, que são muito frequentes, principalmente nos primeiros anos de vida. Uma criança sadia tem uma média de 8 a 12 resfriados por ano, nos primeiros três anos de vida. As que vão a escolinhas ou que têm irmãos maiores frequentando estes ambientes apresentam um maior número de eventos.

Como diferenciar uma bronquiolite de uma crise de asma?
A bronquiolite é o nome que damos para o chiado e dificuldade respiratória que acontecem no primeiro ano de vida. Em geral, essas crianças têm muitos sintomas nos primeiros anos e, perto dos cinco anos, ficam muito melhores. Os filhos de pais com alergias ou asma (que são uma minoria neste universo) têm mais risco de continuar com sintomas até mais tarde na vida e a esses chamamos de asmáticos.

Muitos pais ficam receosos com a possibilidade do filho pegar 
alguma doença respiratória na creche. 
Que cuidados devem ser tomados neste caso?
A maioria das mães na sociedade atual precisa ou quer trabalhar, portanto, deixar os filhos em casa nos primeiros anos não é uma opção viável ou desejável. Uma vez que sabemos que a creche ou escolinha são locais de transmissão, o ideal é ensinar desde cedo às crianças medidas de higiene, como lavagem de mãos e não tapar as tosses e espirros com a mão e sim usar a manga da camisa. Apesar desses cuidados as crianças se contaminam muito e o importante é saber que a maioria dessas doenças, apesar de incômodas, são de bom prognóstico, com necessidade de poucas medicações.


21 de jul de 2014

As Brincadeiras das Crianças ao Redor do Mundo

Crianças brincando com bambolê: Brasil

Crianças ao redor do mundo têm muitas coisas em comum. A principal delas é a vontade de brincar.

E para isso, os pequenos têm muita imaginação; caixas viram carrinhos, garrafas viram foguetes, etc. E nem precisam de vídeo-games, iPads e coisas do tipo. Veja como são as brincadeiras em diferentes países.

Na Indonésia, a natureza é a melhor amiga das crianças. 
Por lá é comum ver animais soltos nas ruas e nos bosques. 
Foto - Ipoenk Graphic


Na Rússia, os pequenos podem até ensaiar uma pescaria.
 Olha que fofura! Foto - SvetlanaKvashina


Em Myanmar, a diversão é jogar bola, como em quase todos 
os países. Os trajes religiosos não impedem as crianças 
de se divertirem. Foto - Chan Kwok Hung


Na Índia, carrinhos de rolemã improvisados fazem a 
alegria da criançada. Foto - Sandee Pachetan


Em Gana, até caixa de papelão vira bola de futebol. 
Foto - Terry White


Crianças brincando de "roda" em Nova Olinda/Ceará/Brasil


As crianças da Estônia têm o privilégio de brincar na neve, 
e não é apenas no Natal. Foto - Elika Hunt


Crianças brincam com bola:Brasil


Crianças brincando na Indonésia


Crianças brincando com pneus (carrinhos).: Brasil



4 MOTIVOS PARA CRIANÇAS FICAREM MENOS CONECTADAS

Cada vez é mais comum ver uma criança carregando um tablet para onde quer que vá, ou mesmo um smartphone. Conhecidos como nativos digitais, as crianças das novas gerações praticamente nascem sabendo como mexer em um celular e adeptos a todas as novas tecnologias - mas isso não é algo necessariamente bom, de acordo com a Academia Americana de Pediatria.

De acordo com a instituição, crianças de 0 a 2 anos não deveriam ter qualquer contato com artefatos tecnológicos e um limite deve ser estabelecido para as crianças com idades entre 3 e 5 anos - no máximo uma hora diária. Dos 6 aos 18 anos, essa hora pode ser dobrada mas não ultrapassada. Isso porque os jovens atualmente estão expostos quase 5 vezes mais à tecnologia do que o recomendado, o que pode causar problemas como obesidade, insônia e falta de foco.

Confira 4 motivos pelos quais crianças menores de 12 anos deveriam passar menos tempo ligadas às chamadas novas mídias.

Obesidade: de acordo com pesquisadores, muito tempo em frente à televisão (seja assistindo algum programa ou jogando videogame) pode contribuir com o sedentarismo infantil e, ainda, incentivar o consumo de produtos não saudáveis, como fast-foods, por meio de publicidade. Isso tudo acarretaria no aumento de peso dos pequenos. Vale ressaltar também que tablets e smartphones atualmente funcionam como televisões, com plataformas como youtube e netflix, que permitem exibir conteúdo quando o usuário desejar.


Problemas para dormir: assistir televisão pode causar insônia, especialmente para quem possui o equipamento no quarto. A luz da TV à noite suprime a ação da melatonina, que é o hormônio regulador do sono - quanto mais calmo e escuro um ambiente é, mais melatonina o corpo irá produzir. Fora isso, é possível que crianças pequenas assistam conteúdos violentos durante o dia, o que faria com que elas não conseguissem dormir à noite. Cabe aos pais controlar o que os mais novos assistem. 
Dores de cabeça: estudos mostram que o uso exagerado de computador, videogames e televisão, em conjunto com poucas horas de sono, pode contribuir para provocar dores de cabeça e enxaquecas nos mais pequenos. Além disso, o uso prolongado do computador e outros equipamentos similares podem causar a chamada "Síndrome de Visão de Computador" (em inglês, "Computer Vision Syndrome"), que é caracterizada por cansaço visual, olhos secos ou vermelhos, sensibilidade à luz, além de enxaquecas.
Falta de foco: com uma quantidade enorme de mídias para prestar atenção, a falta de foco também entra em cena. Testes realizados pelo professor de comunicação da Universidade de Standford, Clifford Nass, sugerem que os usuários tendem a imitar a capacidade multitarefa de artefatos tecnológicos, como computadores, o que faz com que façam muitas coisas ao mesmo tempo e também se distraiam mais facilmente - e para focar em uma única atividade é necessário um baita esforço.

Claro que, no mundo atual, manter-se longe da tecnologia é praticamente impossível - mas vale diminuir um pouco o consumo dessas mídias e incentivar a leitura e atividades ao ar livre para ajudar a melhorar a qualidade de vida das crianças e adolescentes.

22 de jun de 2014

3 de jun de 2014

03 de junho: " Dia da conscientização contra a obesidade mórbida infantil."


A obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de peso entre bebês e crianças de até 12 anos de idade. A criança é identificada como obesa quando seu peso corporal ultrapassa em 15% o peso médio correspondente a sua idade.

A obesidade infantil é, segundo a Organização Mundial de Saúde, um dos problemas de saúde pública mais graves do século XXI, sobretudo nos chamados países em desenvolvimento.Em 2010, havia 42 milhões de crianças com sobrepeso em todo o mundo, das quais 35 milhões viviam em países em desenvolvimento. 
 
A obesidade está relacionada a uma série de fatores como hábitos alimentares e atividade física, além de fatores biológicos, comportamentais e psicológicos. Não se trata de um problema meramente estético. Além de frequentemente sofrerem "bullying" por parte dos colegas frequentemente, crianças obesas tendem a desenvolver vários problemas de saúde, como diabetes, doenças cardíacas e a má formação do esqueleto. 

O sobrepeso e a obesidade são o quinto fator principal de risco de disfunção no mundo. A cada ano, pelo menos 2,8 milhões de pessoas adultas morrem em consequência do sobrepeso ou da obesidade. 44% dos casos de diabetes, 23% dos casos de cardiopatias isquêmicas e de 7% a 41% dos casos de alguns tipos de câncer são atribuíveis ao sobrepeso e à obesidade.A OMS entende que a obesidade se tornou uma epidemia.
De acordo com a Organização, crianças obesas e com sobrepeso tendem a se tornar adultos obeso e têm maior probabilidade de adquirir mais cedo doenças não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares. A OMS (Organização Mundial de Saúde ) considera prioritária a prevenção da obesidade infantil.
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7 de abr de 2014

Seu filho não come?


Clique na imagem, amplie e leia as dicas do pediatra.

beijinhos

25 de mar de 2014

Slow parenting: o movimento que defende a desaceleração da rotina dos filhos


Cresce no Brasil o movimento batizado lá fora de slow parenting, que defende a desaceleração da vida dos pequenos, para dar a eles tempo para explorar o mundo. Experts garantem que isso resulta em crianças com mais iniciativa.

Cada coisa a seu tempo. É esse mantra que a designer Luana Gorenstein Cesana procura seguir para educar Caio, de 1 ano e 5 meses. "Para que ter pressa?", pergunta. "Fico impressionada ao ver que muitas crianças têm agenda de adultos. Não quero isso para meu filho." É o menino quem dita o próprio ritmo. Ele não foi superestimulado, por exemplo, a sentar, engatinhar ou caminhar. "Andou quando se sentiu seguro. Tanto que não precisei ficar dando a mão para ajudá-lo", relata Luana. 

"Acredito que, ao tentar antecipar etapas, tiramos a autonomia da criança." Caio nunca assistiu TV, porque a mãe acha que o fascínio exercido pelo aparelho poderia fazê-lo perder o interesse por coisas simples. E, em vez de um monte de brinquedos, o garoto tem só uma caixa com alguns que ganhou de presente. Mas sua principal diversão é puxar a vassoura ou o aspirador de pó como se fosse um cachorro.

O valor da brincadeira

"Criança tem de ter tempo para ser criança e a oportunidade de se encantar com as coisas", diz o pedagogo Paulo Fochi, coordenador do curso de especialização em Educação Infantil da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul. "Brincar é uma forma de construção de conhecimento sobre o mundo. É a maneira que ela tem de criar hipóteses, refutar o que não dá certo ou persistir se não está convencida de que não é possível daquele jeito." Não à toa é especialmente importante que os pequenos tenham muito tempo e espaço para isso até os 6 anos, idade de ingressar no ensino fundamental. Mesmo depois, é preciso ter boas brechas para simples brincadeiras. "O desenvolvimento neurológico sadio depende disso", afirma Adriana Fóz. "Queimar etapas certamente trará consequências mais adiante."

Dicas para desacelerar

O escocês Carl Honoré, criador do conceito de slow parenting, ensina os primeiros passos para a família entrar no ritmo certo:
1. Experimente não ler sites e manuais para pais durante uma semana. Tente descobrir seu próprio estilo de maternidade e o que funciona melhor para sua família. Não se preocupe com a educação que seus amigos dão para os filhos.

2. Quando levar seu pequeno ao playground, resista à tentação de interferir e sempre ser a parceira dele nas brincadeiras. Afaste-se um pouco para que ele brinque sozinho ou com outras crianças.

3. Deixe horas livres na semana, sem atividades estruturadas, para que a família simplesmente se reúna para descansar, conversar, jogar, cozinhar ou se dedicar a qualquer outra coisa prazerosa que der na telha.

4. Permita que seu filho conte naturalmente como foi o dia na escola, em vez de exigir um relatório completo assim que ele chegar.

5. Defina períodos do dia em que as crianças devem desligar o computador, se desconectar e afastar-se de qualquer gadget.
 "Criança tem de ter tempo para ser criança e a oportunidade de se encantar com as coisas" 
*Paulo Fochi, pedagogo*


23 de mar de 2014

Todo Cuidado é Pouco!


A vida no meu bairro começa cedo. Mas desponta o sol no horizonte, tem início o movimento. As ruas se enchem de pessoas e veículos. 

Primeiro, surgem os ônibus levando os operários para as fábricas e construções. Depois aparecem os carrinhos de sanduíches, oferecendo café da manhã para quem está com pressa. Aparecem logo também as motocicletas dos entregadores e as bicicletas de quem trabalha mais perto. 

Mais tarde, vêm os caminhões carregados de mercadorias e os automóveis conduzindo passageiros para o centro da cidade.

Às sete horas, quando saio para a escola, o movimento é intenso. Sigo então pela calçada, evitando esbarrar nos outros. Quando preciso mudar de calçada, olho para os lados e, se não vem nenhum veículo, atravesso a rua com cautela. Faço isso porque tenho lido, nos jornais, notícias de desastres com meninos imprudentes, apanhados pelos automóveis.

Não quero ficar aleijado para toda vida, como Zezé, meu vizinho, que desobedeceu a ordem do guarda-civil e foi atropelado por um caminhão.

Para subir e descer do ônibus, espero que ele pare completamente. Não gosto de apanhar o ônibus andando. Não desejo voltar para casa num carro do Pronto Socorro. Por isso quando ando pela cidade, nunca esqueço das palavras do papai:

– Na rua, meu filho, todo cuidado é pouco!

*Texto editado e adaptado*

De: Leituras Infantis, Theobaldo Miranda Santos

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beijinhos de paz!!

11 de mar de 2014

Mau Hálito em Crianças


A escovação dental de crianças é um desafio para muitos pais. Uma má higiene bucal e problemas respiratórios podem causar a halitose infantil, mais conhecido como mau hálito. Segundo a dentista Melynna Machado, a doença atinge cerca de 70% das crianças.


Doenças respiratórias, má higiene, chupar dedo ou chupeta pode provocar a halitose infantil. A dentista Melynna Machado explica que os casos têm sido bem frequentes, e em situações mais graves pode gerar a exclusão social de crianças.


“O mau hálito pode trazer sérios problemas a criança. A criança está começando a formar amizades, e o mau hálito pode promover uma exclusão e até o 'bullying', em casos mais graves. Cerca de 70% das crianças possuem halitose infantil”, afirma a dentista.


Para evitar a halitose infantil o primeiro passo é descobrir a causa do problema que pode ser por uma má higiene ou por problemas respiratórios, pois em alguns casos a criança fica muito tempo com a boca aberta provocando a proliferação de bactérias. Doenças respiratórias como sinusite e amidalites diminuem o fluxo de saliva que faz a manutenção da boca provocando o mau hálito.


De acordo com Melynna Machado, a halitose pode ser evitada com a escovação correta. A recomendação é que os pais iniciem a higiene dentária das crianças quando aparecer o primeiro dentinho. Com o recém nascido também precisa ser feita a higienização, mesmo sem dentes. A mãe pode enrolar gases umedecidos e realizar a limpeza das gengivas.

Dentista destaca importância da escovação 
(Foto: Portal Infonet)


O desafio da escovação

As crianças acabam fazendo da escovação um momento de muita diversão. O pequeno Diogo Santana tem um ano e oito meses e aproveita para brincar na hora de escovar os dentes. A administradora Michele Santana conta que como Diogo ainda é muito novo a escovação é um desafio. “Muito difícil ele deixar a gente escovar os dentes. Ele gosta de escovar pela manhã porque aproveita que o pai está escovando os dentes e quer imitar”, diz.

Diogo gosta de brincar durante escovação

Segundo Michele, o pequeno Diogo fez a sua primeira visita ao dentista com um ano de idade. “Assim que os primeiros dentinhos apareceram levei ao dentista, mas a dificuldade ainda é muito grande para escovação. Ele faz da escovação uma brincadeira”.


A dentista Melynna Machado recomenda que os pais escovem os dentes na frente dos filhos, pois crianças de zero a cinco anos tem a tendência de imitar os pais. O ideal é realizar a escovação três vezes ao dia após 30 minutos das refeições. “A escovação não pode ser realizada logo em seguida, pois o uso da pasta entra em contato com os resíduos dos alimentos o que pode inibir algum tipo de bactéria”, explica.


Uso do flúor

Não é aconselhado o uso de antisséptico para combater o mau hálito. Segundo Melynna Machado, o produto só vai mascarar o problema. Além disso, não é recomendado o uso de flúor entre zero e três anos, pois é tóxico e as crianças podem acabar ingerido a substância.

Uma boa higienização é importante para deixar os dentes saudáveis e evitar problemas futuros para as crianças. É recomendada a escovação três vezes ao dia, após 30 minutos das refeições, e a ida periódica ao dentista.

Pais, avós, tios, educadores,babás...supervisionem 
a escovação dos baixinhos e das baixinhas...

Os Benefícios da Leitura!


Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.

Liga o senso crítico na tomada: 
livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.

Amplia o nosso conhecimento geral: 
além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação.

Aumenta o vocabulário: 
graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

Estimula a criatividade: 
ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…

Emociona e causa impacto: 
quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.

Muda sua vida: 
quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.

Facilita a escrita: 
ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.


beijinhos de alegria...

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!