Estamos de volta!!

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29 de jul de 2014

Cuidando da saúde: Resfriado!


O QUE É?

É uma infecção simples do trato respiratório superior - acomete o nariz e a garganta, durando de poucos dias a poucas semanas (usualmente, menos de duas semanas).
O que se sente?

Os adultos, em média, têm de dois a quatro resfriados ao ano, e as crianças (especialmente os pré-escolares) de cinco a nove. Estas infecções são ainda mais frequentes nas creches.

Normalmente, os sintomas surgem de 1 a 3 dias após a pessoa entrar em contato com o vírus, e podem durar até uma semana, na maioria dos casos. 

Dentre os sintomas, destacamos: 

Nariz com secreção (coriza) intensa – como água nos primeiros dias. Mais adiante, pode tornar-se espessa e amarelada;
Obstrução do nariz dificultando a respiração, espirros, tosse e garganta inflamada (dolorosa);
Diminuição do olfato e da gustação;
Voz “anasalada” (voz da pessoa que está com o nariz entupido);
Rouquidão;
Adultos podem ter febre baixa, enquanto as crianças podem ter febre alta;
Dores pelo corpo;
Dor de cabeça;
Febre (pode ocorrer em crianças). Incomum em adultos.


COMO SE PREVINE?

Como muitos vírus diferentes podem causar resfriados, ainda não se desenvolveram vacinas eficazes.

É quase impossível não pegar um resfriado. Mas existem algumas atitudes que podem diminuir este risco. 

Dentre estes cuidados, estão: 

Lavar freqüentemente as mãos e ensinar para as crianças a sua importância;
Se possível, evitar contatos íntimos com pessoas resfriadas;
Sempre lavar as mãos após contato com a pele de pessoas resfriadas ou com objetos tocados por estes;
Manter seus dedos longe dos seus olhos e nariz;
Não compartilhar mesmo copo com outras pessoas;
Manter limpos a cozinha e o banheiro, especialmente quando alguma pessoa da casa está resfriada.


Para que a doença não se dissemine é importante que a pessoa resfriada: 

Cubra o nariz e a boca com um lenço ao tossir ou espirrar;
Lave suas mãos após tossir ou espirrar;
Se possível, ficar longe de outras pessoas nos primeiros três dias da doença, quando o contágio é maior.


beijinhos de luz...

21 de jul de 2014

4 MOTIVOS PARA CRIANÇAS FICAREM MENOS CONECTADAS

Cada vez é mais comum ver uma criança carregando um tablet para onde quer que vá, ou mesmo um smartphone. Conhecidos como nativos digitais, as crianças das novas gerações praticamente nascem sabendo como mexer em um celular e adeptos a todas as novas tecnologias - mas isso não é algo necessariamente bom, de acordo com a Academia Americana de Pediatria.

De acordo com a instituição, crianças de 0 a 2 anos não deveriam ter qualquer contato com artefatos tecnológicos e um limite deve ser estabelecido para as crianças com idades entre 3 e 5 anos - no máximo uma hora diária. Dos 6 aos 18 anos, essa hora pode ser dobrada mas não ultrapassada. Isso porque os jovens atualmente estão expostos quase 5 vezes mais à tecnologia do que o recomendado, o que pode causar problemas como obesidade, insônia e falta de foco.

Confira 4 motivos pelos quais crianças menores de 12 anos deveriam passar menos tempo ligadas às chamadas novas mídias.

Obesidade: de acordo com pesquisadores, muito tempo em frente à televisão (seja assistindo algum programa ou jogando videogame) pode contribuir com o sedentarismo infantil e, ainda, incentivar o consumo de produtos não saudáveis, como fast-foods, por meio de publicidade. Isso tudo acarretaria no aumento de peso dos pequenos. Vale ressaltar também que tablets e smartphones atualmente funcionam como televisões, com plataformas como youtube e netflix, que permitem exibir conteúdo quando o usuário desejar.


Problemas para dormir: assistir televisão pode causar insônia, especialmente para quem possui o equipamento no quarto. A luz da TV à noite suprime a ação da melatonina, que é o hormônio regulador do sono - quanto mais calmo e escuro um ambiente é, mais melatonina o corpo irá produzir. Fora isso, é possível que crianças pequenas assistam conteúdos violentos durante o dia, o que faria com que elas não conseguissem dormir à noite. Cabe aos pais controlar o que os mais novos assistem. 
Dores de cabeça: estudos mostram que o uso exagerado de computador, videogames e televisão, em conjunto com poucas horas de sono, pode contribuir para provocar dores de cabeça e enxaquecas nos mais pequenos. Além disso, o uso prolongado do computador e outros equipamentos similares podem causar a chamada "Síndrome de Visão de Computador" (em inglês, "Computer Vision Syndrome"), que é caracterizada por cansaço visual, olhos secos ou vermelhos, sensibilidade à luz, além de enxaquecas.
Falta de foco: com uma quantidade enorme de mídias para prestar atenção, a falta de foco também entra em cena. Testes realizados pelo professor de comunicação da Universidade de Standford, Clifford Nass, sugerem que os usuários tendem a imitar a capacidade multitarefa de artefatos tecnológicos, como computadores, o que faz com que façam muitas coisas ao mesmo tempo e também se distraiam mais facilmente - e para focar em uma única atividade é necessário um baita esforço.

Claro que, no mundo atual, manter-se longe da tecnologia é praticamente impossível - mas vale diminuir um pouco o consumo dessas mídias e incentivar a leitura e atividades ao ar livre para ajudar a melhorar a qualidade de vida das crianças e adolescentes.

19 de jul de 2014

Piolhos são TERRÍVEIS!!

*Piolhos*

O piolho do couro cabeludo (Pediculus humanus capitis) é um inseto que se alimenta do sangue das pessoas e reproduz-se com rapidez.Transmitido de uma pessoa para outra, ele se instala no folículo piloso, ou seja, na base do cabelo, onde deposita seus ovos, as lêndeas, fáceis de serem reconhecidas e que se diferem da caspa porque ficam grudadas no pelo.

*Lêndeas no cabelo*

O período de incubação dura de 8 a 10 dias. A infestação ocorre mais em crianças, principalmente nas que frequentam escolas e estão em contato com outras crianças. Não tratar a pediculose capilar infantil pode acarretar mau desempenho escolar por causa da coceira, noites mal dormidas e, nos casos mais graves, anemia provocada pela hematofagia desses insetos.


Sintomas

* Coceira intensa no couro cabeludo;

* Feridas causadas pelo ato de coçar;

* Marcas visíveis deixadas pelas picadas de inseto;

* Aparecimento de ínguas e infecções secundárias nos casos mais graves de infestação.


Tratamento


É feito à base de inseticidas piretroides de uso local. Depois da aplicação, o medicamento deve permanecer na cabeça protegida por uma touca durante algumas horas.

A aplicação deve ser realizada durante cinco dias consecutivos e repetida de sete a dez dias depois para atacar os ovos que ainda não haviam eclodido na fase inicial do tratamento, que deve ser estendido para toda a família e/ou parceiros, mesmo que assintomáticos. É importante que, nas escolas, sem exceção, os alunos que estiveram em contato com a criança afetada sejam tratados concomitantemente.


O kit de tratamento tópico já vem com pente fino para remover as lêndeas mortas. Já existem medicamentos por via oral contra a pediculose.


Recomendações


* Examine com frequência a cabeça das crianças;

* Verifique se cílios e sobrancelhas também não estão afetados pelo inseto;


* Troque e lave com regularidade a roupa de uso pessoal e a de cama dos portadores de pediculose. O mesmo deve ser feito com a roupa de todas as pessoas que moram na mesma casa;

* Não use querosene para matar os piolhos e retirar as lêndeas, porque é um produto tóxico;

* Instrua as crianças para não usarem escovas de cabelo ou bonés dos colegas de escola;


* Não se esqueça de que o tratamento da pediculose deve abranger todas as pessoas que convivem no mesmo espaço.

*Dr. Drauzio Varela*

29 de jun de 2014

Dr. Limpeza Uma Visita Muito Especial


A escolinha da professora Maroca estava em alvoroço pois iria receber uma visita muito...muito importante.

Tratava-se de Dr.Limpeza, o homem mais cuidadoso daquela cidadezinha. Ele se preocupava com o bem estar de todos e estava sempre empenhado em ensinar coisas úteis para que todos pudessem ter uma ótima saúde.

A escola fora lavada da entrada até a área de recreação, as paredes, janelas, cortinas, lousas,carteiras, teto, tudo...tudinho estava brilhando de tão limpo .

Havia vasos com flores sobre as mesas forradas com lindas toalhas brancas, bordadas com lindos desenhos coloridos, faixas de boas vindas se espalhavam em todos os vãos da escola, frases delicadas surgiam nas lousas como se houvesse uma sementinha mágica brotando em cada cantinho da escola, decidida a homenagear Dr. Limpeza .


                
A euforia corria de um canto para outro da escola, de braços dados com todos, a alegria era a máscara que enfeitava o rosto do mais novo ao mais velho, da professora Maroquinha ao mais humilde serviçal

Tudo era festa!.

Chegou...chegou...gritavam as crianças animadas, e começaram a bater palmas e cantar em homenagem ao visitante.

Dr.Limpeza muito compenetrado, vestindo um jaleco muito branquinho, cumprimentou a todos, com um sorriso afivelado no rosto e disse:

- Hoje eu vim lhes ensinar uma coisa muito... muito... mas muito importante para a nossa saúde: a lavagem das nossas mãos.

A gurizada gritou em coro:



- EU LAVO...eu lavo...Eu Lavo.........

- Eu sei que todos vocês lavam, mas será que lavam de maneira certinha? perguntou Dr.Limpeza com uma carinha de quem não estava acreditando nas crianças. 

Venham cá! fiquem aqui pertinho de mim que vou ensinar como se faz esta lavagem da melhor maneira possível, a fim de matar os bichinhos que causam 
doenças.

As crianças se aproximaram, ficaram bem atentas enquanto ele ensinava direitinho como deveriam lavar as mãozinhas.

E o Dr.Limpeza falava:


- Não esqueçam dos punhos, onde se coloca a pulseirinha; os dedinhos,um a um, todos eles;as palmas e o dorso das mãos; entre os dedinhos; debaixo das unhas com uma escovinha...tudo... tudinho...com muita água e muita espuma de sabão. Entenderam bem?

- Entendeeeemmmos!! 
gritaram as crianças.

Ele colocou cada uma delas diante da pia e fez com que todas elas lavassem as mãozinhas para que ele visse se tinham aprendido de verdade. 

Corrigia um, ensinava outro, sorria, dava tapinhas de carinho nas costas do outro, cafuné em mais alguém, até que todos lavaram as mãozinhas, hiper felizes.



Após a demonstração do Dr.Limpeza, lancharam doces deliciosos, brincaram de pula-pula, amarelinha, pipa, bolinha de gude e muitas outras brincadeiras maravilhosas. 

Dr.Limpeza se despediu lançando beijinhos para todos e saiu desejando felicidades, após haver dependurado na parede,perto da pia, um cartaz ilustrado sobre a maneira correta de se lavar as mãos.

Quando ele foi embora, a criançada, professores, funcionários e visitantes correram para admirar o cartaz e recomeçaram tudo de novo.....rs...rs...

Desta vez as crianças ensinavam aos adultos.

E a festa continuou......até hoje!!! 

Acredito que nunca terminará.

http://oglobo.globo.com/fotos/2009/07/21/info_sau_lavar_as_maos.gif


*soninha*



Cuidem bem das criancinhas!!!

7 de abr de 2014

Seu filho não come?


Clique na imagem, amplie e leia as dicas do pediatra.

beijinhos

20 de fev de 2014

Pais devem ficar atentos aos primeiros sinais de bullying na escola


Basta entrar em uma escola no horário do recreio, conversar um pouco com as crianças que – pronto! – já escutamos aquelas velhas provocações: "Você tem quatro olhos", para quem usa óculos, ou "Você é a Olívia Palito", para uma menina muito magra. 
Considerado por muitos apenas uma brincadeira, o bullying é um tipo de violência que tem sido cada vez mais noticiado nos meios de comunicação. Não são raros os casos de crianças e adolescentes que sofrem violência verbal ou física nas escolas e os pais precisam ficar atentos aos primeiros sinais.

A psicóloga especialista em terapia familiar Miriam Barros explica que o bullying é qualquer tipo de violência física ou verbal praticada por uma ou mais pessoas contra alguém mais frágil ou sem condições de se defender. A palavra vem do termo da língua inglesa bully, que significa "valentão".
O bullying pode ser direto ou indireto. A psicóloga explica que o direto é normalmente praticado por homens e meninos, que é quando a agressão é feita diretamente, através de xingamentos, zombarias, chutes e tapas. Já o indireto é bastante usado pelas meninas e mulheres, que é quando a vítima é isolada ou rejeitada por uma pessoa ou por um grupo. "Claro que ambos podem ser praticados por homens e mulheres, não existe uma regra", diz ela. 
Ele é mais comum na infância e na adolescência, pois tanto a criança como o adolescente possuem menos recursos para se defender das agressões e humilhações. O adulto pode sofrer também, mas a maior parte consegue se defender e os danos psicológicos não são tão graves.

Muitas vezes a pessoa que está sofrendo bullying não faz uma reclamação clara para os pais ou professores, mas, segundo a pedagoga, alguns sinais podem ser notados, como a recusa em ir para a escola de forma insistente ou mesmo um comportamento mais agressivo do que o habitual. "É importante que os pais estejam atentos às mudanças de comportamento do seu filho e que eles conversem bastante com a criança, perguntando sobre como é o convívio escolar", diz ela. Já a escola, se perceber o bullying ou se for avisada sobre isso, deve chamar a família do agressor e orientar os seus pais e, se necessário, encaminhar a criança para um tratamento psicológico. 
Os casos de bullying vêm crescendo e, com isso, a violência. É cada vez mais comum vermos na televisão casos de pessoas que sofrem de bullying se matar ou tomar alguma atitude violenta. Para evitar que isso aconteça, a primeira dica da pedagoga é que os pais estejam sempre presentes e próximos da vida do filho o suficiente para acompanhá-los e para ensiná-los o princípio básico de se viver em grupo, que é respeitar o próximo e conseguir se colocar no lugar dele. "O que ocorre, porém, é que as famílias estão em crise e as crianças e adolescentes estão sofrendo as consequências de viver dentro de um contexto emocional agressivo. Muitas vezes repetem na escola o que vivem em casa ou reagem fora de casa a agressão que sofrem dentro da família", explica ela.
De acordo com Miriam, a escola pode contribuir bastante para diminuir o problema, pois as crianças passam grande parte do tempo lá dentro. A questão é que oferecer palestras informativas apenas não resolve o problema. A escola precisa criar um espaço dentro da sua grade curricular para trabalhar sentimentos e atitudes que ajudem os jovens a aprender a lidar com os próprios sentimentos e a se colocar no lugar do outro.
Muitos jovens que sofrem bullying precisam de tratamento, mas isso depende de muitos fatores, o principal é o impacto emocional que o bullying gerou naquela pessoa. Isso aparece através de sintomas como ansiedade, depressão, fobias, insônia, etc. "Pra muita gente, o bullying pode parecer besteira, mas é importante salientar que ele pode gerar traumas ou até mesmo uma doença mais grave como a depressão, por exemplo", diz ela.

Miriam Barros é psicóloga clínica formada pela FMU, Psicodramatista formada pela PUC/SOSPS e Psicoterapeuta de crianças, adolescentes, casal e família.

17 de out de 2013

Criança que consome ômega 3 é mais inteligente

Crianças que têm uma alimentação saudável regada a ômega 3 podem se tornar mais inteligentes. É o que sugere um estudo realizado por cientistas da Universidade de Oxford, que constatou uma melhora na concentração de um grupo de crianças após a ingestão do ácido graxo. Os pequenos que tinham baixo rendimento em leitura, por exemplo, apresentaram uma melhora significativa no desempenho em apenas três semanas com a ingestão de 600 mg de ômega 3 ao dia.
A pesquisa mostra como é importante mudar os hábitos alimentares dos filhos. “De maneira geral, a alimentação das crianças é rica em ômega 6, presente em maior quantidade nos óleos de milho, soja e girassol, além de alimentos como leite, ovo e carne. No entanto, o consumo de ômega 3 é escasso. Considerados essenciais ao corpo humano, o ômega 3 e o ômega 6 não podem ser sintetizados no corpo, por isso precisam ser obtidos através da alimentação. Depois de metabolizado, o ômega 3 tem importante função no cérebro”, explica a nutricionista Natana Martins, do Herbarium. 
Alimentos ricos em ômega 3
A substância de origem animal e vegetal pode ser encontrada tanto em tecidos de peixes marinhos de água fria – como o atum, salmão e sardinha -, quanto em grãos como a chia e a linhaça. Também há suplementação em cápsulas de óleos de peixe, de linhaça e de chia, mas que não deve ser consumida pelos pequenos sem que haja uma indicação médica. O ideal é apostar em um cardápio infantil que inclua esses alimentos que apresentam o ácido graxo.
Salmão é um dos principais alimentos ricos no ácido graxo ômega 3
Para aumentar o consumo do ômega 3 durante a infância, a especialista dá dicas. “Uma alternativa simples para inserir este nutriente na dieta de pais e filhos é a utilização do grão e da farinha de chia. O grão de chia não interfere no sabor dos alimentos, podendo ser adicionado em qualquer tipo de preparação (saladas, bolos, sucos, pães, vitaminas, iogurte, sopa, etc.) e ainda oferece um aspecto levemente crocante. A farinha de chia não contém glúten e além do ômega 3, acrescenta fibras e proteínas às preparações”.

Não dê armas às crianças!!

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