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28 de ago de 2016

Gripe




A Rinofaringite viral ( Resfriado comum ) é um processo infeccioso causado por vírus, que acomete nariz, seios paranasais e a faringe.

O resfriado comum é uma das doenças pediátricas de maior incidência e pode trazer várias conseqüências, principalmente nas crianças de baixa idade.

Esta doença pode ser causada por vários tipos diferentes de vírus, entre eles: Rinovírus, Vírus sincicial respiratório e Vírus parainfluenza são os mais comuns. Existem mais de 100 tipos de rinovírus e são responsáveis por mais de 50% dos casos de resfriado comum.

O resfriado comum é muito contagioso, passando de uma criança para a outra com muita facilidade. Quanto menor for a criança, maior a chance em contrair a doença, pois a criança não tem imunidade específica para a mesma.

Como se pega a doença?

A doença pode ser adquirida através de:

1 . gotículas de secreção nasal ou oral ( expelidas ao falar, espirrar ou tossir )
2 . pequenas partículas em aerossol ( ficam dispersas no ar )
3 . contaminação oral-fecal ( fezes contaminam água ou alimentos )

A transmissão na forma de gotículas pode ocorrer diretamente, de um indivíduo para outro, pelo ar, ou através de talheres, copos ou de mãos contaminadas.

A transmissão por partículas em aerossol ocorre mais fácil em ambientes de baixa umidade ( clima seco ). Este tipo de transmissão tem longo alcance e propicia uma propagação rápida da doença a um grande número de pessoas, ocasionando os surtos epidêmicos.


Mecanismo da infecção

Os vírus penetram nas células que revestem internamente o nariz, faringe e seios da face, onde se multiplicam e levam a um processo inflamatório local, formação de edema e alteração imunológica local. Esta alteração cria uma abertura na barreira epitelial e facilita a entrada de bactérias que pode levar a infecções secundárias.

Manifestações clínicas 

O resfriado comum pode apresentar sintomas gerais e localizados. Os sintomas gerais, são de pequena intensidade ou faltam completamente.

Sintomas Gerais:

- Febre ( de leve a moderada intensidade )
- Fraqueza, dores no corpo
- Dor de cabeça, prostração

Nos bebês observam-se também irritabilidade, falta de apetite e dificuldade para sugar.

Sintomas Localizados:

- Coriza ( inicialmente clara, mas que depois torna-se espessa e amarelada )
- Espirros, tosse seca, obstrução nasal
- Fácies gripal ( olhos congestos e lacrimejantes, nariz avermelhado e edemaciado e respiração bucal. 

O resfriado comum é uma doença autolimitada, onde os sintomas duram de 4 a 14 dias, com média de 7 a 9 dias, caso não existam complicações.

Meu filho tem resfriado toda hora! Ele está com a resistência baixa?

Não. Uma criança entre 0 a 5 anos, vivendo em zona urbana, pode ter cerca de 6 a 10 episódios de resfriado por ano, sendo a média em torno de 9. 


Complicações da doença

Apesar do resfriado comum ser uma doença benigna, existe a possibilidade de ocorrer complicações. Estas complicações podem ocorrer por extensão do processo viral até as vias aéreas inferiores ou por infecções bacterianas secundárias. 

As complicações mais freqüentes são:

- Otite Média Aguda
- Sinusites
- Laringite
- Traqueobronquite
- Pneumonia viral ou bacteriana
- Desencadeamento de alergia em crianças geneticamente predispostas ( rinite ou asma ) 

Como tratar o resfriado

Não existe nenhum tratamento eficaz contra o vírus do resfriado comum. O tratamento se baseia nos sintomas, suporte nutricional e manutenção de uma boa hidratação da criança.


Como tratar os sintomas?

- Uso de soro fisiológico nas narinas, várias vezes ao dia, para fluidificar a secreção nasal. Aspirar a secreção com pêra de borracha se necessário. 
- Uso de analgésico/antitérmico nos casos de dor e febre. Usar preferencialmente medicamentos a base de dipirona, paracetamol ou Ibuprofeno.Não usar AAS infantil ou Melhoral

Os medicamentos como descongestionantes nasais, antitussígenos e expectorantes, só podem ser usados sob orientação médica.

Lembre-se: Gripe se pega com o contato com o Vírus e não com o contato com gelado, chuva ou friagem, como muitas crendices dizem por aí.
"A VACINA DA GRIPE É INDICADA PARA CRIANÇAS PEQUENAS A PARTIR DOS 6 MESES E PARA AS CRIANÇAS COM HISTÓRIA DE BRONQUITE." 

4 de nov de 2015

Novembro Dourado: Diagnóstico Precoce é Fundamental


Durante o mês de novembro, instituições ligadas ao câncer infantojuvenil promovem o “Novembro Dourado” com o objetivo de alertar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce e cobrar do Ministério da Saúde políticas públicas voltadas ao diagnóstico.

Os principais tipos de câncer que acometem crianças e adolescentes são a Leucemia, seguido de tumores do Sistema Nervoso Central e tumores de Linfoma.

Segundo o Médico oncologista pediátrico Dr. Venâncio Gumes, em Sergipe são diagnosticados por ano cerca de 70 novos casos de câncer em crianças no Centro de Oncologia do Hospital de Urgência (HUSE). ”Antes o câncer era uma doença rara, hoje é uma realidade”, afirma ele.

O câncer infantojuvenil é a segunda causa morte no país, uma realidade que precisa ser vista pelo poder público com mais carinho e atenção, promovendo políticas públicas que venham orientar a população sobre o diagnóstico precoce, mas principalmente melhorar o sistema que hoje é enfrentado por paciente que tem um longo caminho a percorrer. O tempo de suspeita e diagnóstico, até chegar ao tratamento, chegam a ultrapassar 3 meses e, como afirma Dr. Vernâncio, o câncer não espera.


Segundo ele, um dos grandes problemas se encontra atualmente no sistema de saúde, onde muitas vezes o profissional de determinado município prescreve os exames, a mãe se dirige ao posto de saúde do seu municipio para marcar e estes demoram a ser agendados, além da demora para a entrega do resultado. “Se o sistema não agiliza esse processo, fica difícil para o profissional de saúde diagnosticar um câncer em uma criança precocemente”. Para ele, os profissionais dos municípios devem estar atentos aos sintomas de um possível câncer infantojuvenil e assim que perceberem algum indício, devem encaminhar imediatamente para o Centro de Oncologia de Sergipe (ou do seu Estado), para a realização de exames em tempo mais hábil. 

Para o médico, o tempo ideal desde a suspeita até o diagnóstico é no máximo 15 dias, mas a realidade é muito diferente. A lei de 12.732/12 (em vigor desde 23/05/2013) estabelece que o primeiro tratamento oncológico seja iniciado em um prazo máximo de 60 dias ou a depender da patologia em um tempo menor que o estipulado. Prazo esse que não conforta aquele que vive o dia-dia com crianças e adolescentes com câncer na tentativa de salvar vidas, sem falar nas constantes faltas de medicamentos que muitas vezes só é suprida pelo apoio que os pacientes recebem das Casas de Apoio que acabam suprindo a ausência do poder público.

Fique atento aos principais sintomas do câncer infantojuvenil:

- Febre inexplicável

- manchas roxas

- Vômitos frequentes e principalmente matinais

- Perda de Peso Inexplicável

- Problemas visuais

- Caroços que apareçam pelo corpo

- Tonturas



beijinhos de luz!

2 de nov de 2015

Síndrome de Edwards


O que é Síndrome de Edwards?

Também conhecida como Trissomia 18, a síndrome de Edwards é uma doença genética causada por uma trissomia do cromossomo 18, ou seja, uma condição em que a pessoa carrega três cópias do cromossomo 18, em vez de duas. A Síndrome de Edwards foi descrita pelo geneticista britânico John H. Edwards em 1960.


Causas:

Trissomias são problemas genéticos em que a pessoa nasce com uma cópia extra de algum cromossomo.

No momento da concepção, 23 cromossomos do pai e 23 cromossomos da mãe se combinam para criar um novo ser humano, que vem, normalmente, com 46 cromossomos em cada célula de seu corpo. A trissomia ocorre mais precisamente durante a divisão celular, em um problema conhecido como disjunção meiótica. Nele, o bebê nasce com uma cópia extra em algum dos 23 pares de cromossomos, resultando em um total de 47 cromossomos, em vez dos 46 com os quais um indivíduo saudável nasce. No caso da Síndrome de Edwards, o problema ocorre no par de cromossomo nº 18.

A Trissomia 18, apesar de rara, é a segunda mais comum que existe.


Fatores de Risco

A Síndrome de Edwards está diretamente envolvida na idade da mãe. Mulheres acima dos 35 anos que engravidam estão mais sujeitas a ter filhos com a Trissomia 18 do que mulheres mais jovens.

Já para o bebê, a doença costuma ocorrer mais em crianças do sexo feminino do que do sexo masculino, embora as taxas de mortalidade logo após ou algum tempo após o nascimento seja maior entre os meninos.



Sintomas da Síndrome de Edwards

Existem inúmeros sinais e sintomas que caracterizam uma criança com Síndrome de Edwards. As características apresentadas pelos portadores desta doença são:

- Crânio disfórmico, com o osso occipital proeminente (parte traseira e inferior do crânio)
- Micrognatia,uma desordem no crescimento facial, afetando principalmente a mandíbula, que encontra-se em uma posição muito posterior em relação à maxila
- Orelhas mais baixas que o normal (orelhas de implantação baixa)
- Pés Tortos congênitos
- Deformidades nos dedos das mãos
- Doença Cardíaca Congênita
- Baixo peso ao nascer
- Fraqueza muscular
- Pouco apetite
- Choro fraco
- Problemas de crescimento
- Mandíbula menor que o normal
- Queixo recuado
- Rigidez muscular extrema
- Dedos sobrepostos
- Unhas mal desenvolvidas
- Pernas cruzadas
- Tórax em formato incomum (peito carinado)
- Hérnia inguinal ou umbilical
- Encurtamento do dedão do pé
- Rugas na palma das mãos e nas plantas dos pés
- Boca pequena e triangular
- Estenose pulmonar
- Estenose aórtica
- Defeitos no septo ventricular
- Defeitos no septo auricular
- Má formação renal
- Mamilos menores e mais distantes um do outro que o normal
- Genitais anômalos
- Pescoço curto
- Maior presença de pelos
- Anomalias cerebrais
- Má formação dos olhos
- Anomalias vertebrais
- Má formação dos membros


PAIS...complementem a informação

beijinhos de luz!

29 de jul de 2014

Cuidando da saúde: Resfriado!


O QUE É?

É uma infecção simples do trato respiratório superior - acomete o nariz e a garganta, durando de poucos dias a poucas semanas (usualmente, menos de duas semanas).
O que se sente?

Os adultos, em média, têm de dois a quatro resfriados ao ano, e as crianças (especialmente os pré-escolares) de cinco a nove. Estas infecções são ainda mais frequentes nas creches.

Normalmente, os sintomas surgem de 1 a 3 dias após a pessoa entrar em contato com o vírus, e podem durar até uma semana, na maioria dos casos. 

Dentre os sintomas, destacamos: 

Nariz com secreção (coriza) intensa – como água nos primeiros dias. Mais adiante, pode tornar-se espessa e amarelada;
Obstrução do nariz dificultando a respiração, espirros, tosse e garganta inflamada (dolorosa);
Diminuição do olfato e da gustação;
Voz “anasalada” (voz da pessoa que está com o nariz entupido);
Rouquidão;
Adultos podem ter febre baixa, enquanto as crianças podem ter febre alta;
Dores pelo corpo;
Dor de cabeça;
Febre (pode ocorrer em crianças). Incomum em adultos.


COMO SE PREVINE?

Como muitos vírus diferentes podem causar resfriados, ainda não se desenvolveram vacinas eficazes.

É quase impossível não pegar um resfriado. Mas existem algumas atitudes que podem diminuir este risco. 

Dentre estes cuidados, estão: 

Lavar freqüentemente as mãos e ensinar para as crianças a sua importância;
Se possível, evitar contatos íntimos com pessoas resfriadas;
Sempre lavar as mãos após contato com a pele de pessoas resfriadas ou com objetos tocados por estes;
Manter seus dedos longe dos seus olhos e nariz;
Não compartilhar mesmo copo com outras pessoas;
Manter limpos a cozinha e o banheiro, especialmente quando alguma pessoa da casa está resfriada.


Para que a doença não se dissemine é importante que a pessoa resfriada: 

Cubra o nariz e a boca com um lenço ao tossir ou espirrar;
Lave suas mãos após tossir ou espirrar;
Se possível, ficar longe de outras pessoas nos primeiros três dias da doença, quando o contágio é maior.


beijinhos de luz...

1 de set de 2013

#Catapora#


Catapora é o mesmo que varicela, uma doença infecto-contagiosa causada pelo vírus da varicela zoster, que causa também o herpes zoster.

Apesar de ser considerada uma "doença da infância", a catapora não é isenta de complicações. 

Falaremos posteriormente sobre elas.

A catapora é uma doença altamente contagiosa. Cerca de 90% dos contatos domiciliares susceptíveis adquire a doença.

Catapora: doença benigna, mas nem tanto

Sobre o exantema da catapora

O primeiro sintoma é o exantema. Surge inicialmente um eritema (manchinha vermelha), que logo evolui para pápula e vesícula (bolhinha de água) e finalmente chega a crosta (casquinha). É pruriginoso (coça bastante).

Geralmente novas lesões aparecem até o 4º dia de doença. Ao final do 6º dia a maioria das lesões já estará em forma de crostas.

Os sintomas sistêmicos, como febre, mal-estar e dor no corpo, surgem logo após o exantema.

Ao caírem as crostas, a pele permanece com áreas despigmentadas, que retornam ao normal após semanas ou meses.


Qual o tratamento da catapora?

Em geral, as crianças com catapora não necessitam de tratamento específico.


Orienta-se:
• boa higiene da pele

• antihistamínicos: para alívio da coceira

• antitérmicos: evitar o uso de ácido acetilsalicílico, dando preferência à dipirona ou paracetamol

• banhos ou compressas de solução de permanganato de potássio

É possível pegar catapora mais de uma vez?

Sim. Um episódio de varicela em geral confere imunidade duradoura, mas são descritas reinfecções em hospedeiros normais.

E o que fazer para evitar a catapora?

Está disponível, nas clínicas particulares de vacinação , a vacina contra varicela. Deve ser administrada a partir de 1 ano de idade.


**Como Preparar o Permanganato de Potássio** 

Para se evitar infecção bacteriana secundária das lesões, aconselha-se manter as unhas curtas e limpas, e banhos com permanganato de potássio 1:40.000, 2 vezes por dia. Deve-se ter o cuidado de proteger os olhos quando da aplicação do permanganato.

Alguns dizem que o permanganato de potássio não está mais sendo usado. No Portal da Saúde, do Ministério da Saúde, ainda permanece a recomendação.

Diluição 1:40.000 quer dizer 1 grama diluído em 40 mil mililitros (ml).

Portanto devemos diluir:

1 comprimido de 100mg de permanganato de potássio;
4 litros de água morna.


13 de jun de 2013

Síndrome mão-pé-boca


Etiologia (causa)

Doença causada pelo vírus Coxsackie, principalmente pela variedade A16, altamente infecciosa e contagiosa em crianças.

Afeta em geral crianças abaixo de 5 anos de idade. Nas crianças em fase escolar ocorre com menos frequência e raramente ocorre em adultos.

Os surtos são mais freqüentes na primavera e no outono.


Quadro Clínico

Usualmente o período de incubação é de 4 a 6 dias.

Febre de intensidade variável. Alguns casos podem ocorrer sem febre.

Habitualmente a criança apresenta estomatite (aftas) e gânglios aumentados no pescoço.

Surgem a seguir, em pés e mãos, lesões vesiculosas (como pequenas bolhas) branco-acinzentadas com base avermelhada, não pruriginosas e não dolorosas. As lesões podem aparecer também na área da fralda,  podem ou não se espalhar para as coxas e nádegas, boca e garganta.

Em alguns casos a criança não apresenta sintomas aparentes.

Trata-se de uma infecção de natureza moderada e o exantema regride entre 5 e 7 dias.

Se o quadro for mais grave, as lesões podem se transformar em pústulas ou bolhas, que estouram depois de seis dias


Diagnóstico

O diagnóstico é clínico, pois o quadro é bem característico. Geralmente não é preciso realizar exames complementares.

Na maioria dos casos, apenas uma análise das feridas já é suficiente para que a síndrome mão-pé-boca seja identificada. Se houver dúvidas, o médico poderá pedir um exame de sangue sorológico. O enterovírus 71 também pode ser identificado por um exame de fezes.


Tratamento

A síndrome mão-pé-boca é tratada com medicamentos anti-inflamatórios ou, se o quadro for grave, medicamentos antivirais.

Inclui medidas orientadas para as viroses de uma maneira geral:

• repouso

• alimentação leve

• boa ingesta de líquidos

A febre, se presente, pode ser controlada com o antitérmico prescrito pelo pediatra.

Idas frequentes ao pronto-socorro não alteram a evolução da doença, pois a virose é auto-limitada, ou seja, melhora espontaneamente, com a própria defesa do organismo.

Em alguns poucos casos, quando as lesões da boca comprometem a ingesta de líquidos, é preciso internação para hidratação endovenosa.

Em geral, a síndrome mão-pé-boca desaparece sozinha dentro de cinco e sete dias. Após a melhora dos sintomas, o paciente adquire imunidade ao enterovírus 71, não sendo contaminado novamente.


Complicações Possíveis

Por conta da dificuldade de engolir, a criança pode ficar muito tempo ingerindo poucas quantidades de líquidos, podendo sofrer uma desidratação. Nesse caso, há a necessidade de internação para que o paciente receba soro fisiológico.


Fatores de Risco

A síndrome mão-pé-boca afeta principalmente crianças, mas também pode atingir adultos que entram em contato com a mucosa ou fraldas de uma criança infectada. Sua incidência pode aumentar até 20% no outono e no inverno, por conta da imunidade ficar mais baixa no período.

21 de jan de 2013

Cuidado com o sol


Não dá para brincar com o sol. Tem de tomar muito cuidado. Além da insolação, existe a ameaça das queimaduras provocadas pelo excesso de exposição. Nesse caso é bom prevenir para não remediar. O efeito do sol é cumulativo e, mesmo que não apareçam problemas na infância, pode provocar doenças sérias na fase adulta, como o câncer de pele.

Sintomas: A insolação é o acúmulo de calor no organismo. Causa dor de cabeça, vermelhidão na pele, febre, sono e vômitos.


Recomendações: Bebês com menos de 6 meses não devem ser levados à praia ou piscina. Mesmo que estejam protegidos do sol, o calor excessivo não faz bem. A temperatura no interior de um carrinho em ambiente quente pode ultrapassar facilmente os 40 graus. Procure não deixar as crianças muito expostas ao sol entre 10 e 15 horas. Chapéu e boné são obrigatórios, e é na sombra que devem brincar. Filtro solar sempre e a toda hora. Lembrando que a aplicação precisa ser feita toda vez que seu filho sair da água ou, pelo menos, a cada duas horas. Quanto ao fator de proteção, fique com os de numeração 15 e 30. Os filtros com fator mais alto são oleosos e acabam por obstruir os poros, o que resulta em aumento do suor e irritações na pele. Sem contar que o grau de proteção não varia muito: 30 (97,5% de proteção) e 50 (97,7%).


Como tratar: Caso a criança esteja muito abatida e não aceite beber nada, é bom levá-la a um pronto socorro. Nos casos de queimadura solar, se o hidratante não aliviar a dor, oriente-se com o pediatra. Deixe a com roupas leves de algodão e fuja de lugares quentes com sol.



3 de fev de 2012

Já cheirou os seus pés?!


Eles têm chulé?!

Você sabe o que é o chulé?!

O chulé é também conhecido como "bromidrose," é um cheirinho desagradável e nojento que fica nos pezinhos quando não temos cuidado com eles, com os sapatos e os tênis .


Quando lavarmos os pés, temos que enxugá-los bem "enxutinhos" , principalmente entre os dedos pois os fungos e bactérias, que são bichinhos tão pequenininhos que não podemos enxergá-los senão com um aparelho sofisticado que se chama "microscópio", crescem entre os dedinhos, se espalham pelos pés e daí surge aquele chulezinho horroroso.


Sapatinhos muito apertados também causam chulé, ou se você tirar os sapatos e guardá-los, logo em seguida, dentro de armários sem antes deixá-los ao sol e/ou vento para arejar; ou se usar meias mais de uma vez sem lavá-las, ou úmidas, também faz aparecer o mal cheiro do chulé.


O tênis também deve estar limpinho e enxutinho.

Se você faz tudo direitinho e o chulé é  teimoso e não sai dos seus pés, podendo até  causar uma coceirinha chata....há remedinhos na forma de pó, cremes e spray que ajudam a matar os bichinhos (fungos e bactérias) e acabar com o chulé.


Ah! Evite também usar sapatos de plástico pois eles não deixam os pezinhos transpirarem, junta suor nos pezinhos, e aí a coisa fede...rs.

Deixe, durante o dia, os pezinhos livres, sem meias e/ou sapatos para que eles transpirem e arejem...


beijinhos cheirosos...

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!