A congada é uma importante festa popular do folclore brasileiro, que apresenta elementos religiosos e culturais africanos (principalmente do Congo e Angola) misturados com portugueses (cristãos). Costumam acontecer em forma de procissão ou desfile. Tem sua origem no Brasil Colonial, durante a segunda metade do século XVII.
A congada é marcada por danças, cantos e músicas. Possui um forte componente religioso católico, sendo que santo São Benedito é considerado o padroeiro desta festa. Nossa Senhora do Rosário também é homenageada em muitas congadas, principalmente em algumas cidades do interior de Minas Gera
A congada é realizada em regiões do interior de vários estados brasileiros, sendo mais forte em Minas Gerais, Paraíba, São Paulo, Pernambuco e Paraná.
A encenação da congada
A principal referência histórica encenada nas congadas é a coroação dos antigos reis africanos do Congo.
Em algumas congadas, a encenação é marcada também por uma representação de guerra entre os mouros (muçulmanos) e os cristãos. É, na verdade, uma referência à época das Cruzadas. No final da encenação, a vitória é conquistada pelos cristãos.
Durante a encenação ocorrem muitos cantos e danças. A música tem o acompanhamento de uma orquestra formada por violões, violas, reco-recos, atabaques, sanfonas e cavaquinhos.
Os participantes costumam usar roupas brancas com grandes fitas coloridas. Homens e mulheres de todas as idades costumam participar da congada. A presença de afrodescendentes é grande nas congadas, em função de seu forte componente cultural africano.
De acordo com a tradição, na frente do cortejo, alguns participantes (geralmente mulheres) levam bandeiras ou estandartes com imagens de santos católicos.
Quase sempre, a congada termina na frente de uma igreja católica.
O cachorro que você vai conhecer a seguir se viu preso em um lugar rodeado de água. Pelo vídeo fica difícil dizer, mas me parece ser uma rede de esgoto ou de canalização de água.
O importante mesmo é que, felizmente, um homem passava por perto e viu a agonia do cãozinho ao tentar sair daquela enrascada.
Desde pequenos ouvimos nossos pais dizerem que engolir chiclete faz mal, porque ele gruda no estômago ou intestino e leva anos para ser digerido. Mas afinal, essas afirmações são verdadeiras ou tudo não passa de mito? Assista ao vídeo e veja o que diz nosso gastroenterologista, Sidney Klajner.