Estamos de volta!!

Estamos de volta!!
Viva o Verão...

19 de jun. de 2017

Canjica


A canjica é uma iguaria típica da culinária brasileira, consumida especialmente no período das festas juninas e julinas.

O termo é oriundo do quimbundo kanjika.

A canjica é elaborada com grãos de milho, leite de vaca, manteiga, açúcar, água, amendoim, leite de coco e canela.

Em 24 de fevereiro de 1989, a Portaria nº 109 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aprovou a norma de identidade, qualidade, apresentação e embalagem, da canjica de milho brasileira, definindo assim o conceito comercial de «milho de canjica»

Regionalismo

O termo canjica identifica dois pratos distintos feitos com milho verde:

O creme ou mingau de milho, que no Nordeste do Brasil é conhecido por canjica e em São Paulo, Centro-Oeste e Sul do Brasil conhece-se por curau, porém o ponto do que se chama de curau na região sudeste, centro-oeste e sul é mais mole em comparação a canjica nordestina;

O milho branco debulhado e desolhado cozido no leite de coco ou de vaca, que no Nordeste é conhecido por munguzá e no Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil é conhecido por canjica.

Em Minas Gerais, o diminutivo canjiquinha designa um prato diferente, salgado, feito com grãos de milho duro quebrados no pilão (conhecidos regionalmente também como "canjiquinha", e como "quirera de milho" em São Paulo e outros Estados) e cozidos, geralmente com costelinha de porco.

A canjiquinha mineira é, pois, uma variedade do prato luso-brasileiro conhecido como xerém em outros locais.

Benefícios 

 Apesar de ser um doce, e como qualquer outra sobremesa, não parecer ser saudável, em cada 100 gramas de canjica podemos encontrar proteínas, fibras, ferro, fósforo, zinco e vitaminas B1, B2, B3, B5 e B6

18 de jun. de 2017

São João Tá chegando gente!!



Canjica, pamonha, amendoim cozido, beiju...


Delicioso milho cozido...


Bolo de fubá, pastéis de queijo, bolinho de tapioca...

Eita trem bão é São João sô!!

Vamos forrozear gente!!

CAPELINHA DE MELÃO


São João tá chegando gente!!

Vamos forrozear meninada!!


Vamos arratar os pés no forró minha gente!!

Adivinhas de São João



Algumas adivinhações para a noite de São João.São certeiras!


1- Na noite se São João, passa-se um ramo de manjericão na fogueira e atira-se ao telhado;se na manhã seguinte,o ramo ainda estiver verde,o noivo será jovem,se murcho,é velho.


2- Na véspera de São João faz-se um pirão com um tantinho de farinha e, dentro,se coloca um grão de milho;com os olhos bem fechados divide-se o pirão em três partes e se coloca uma na porta da rua,outra embaixo da cama e a terceira na porta do quintal.Se for encontrado o pedaço na porta da rua,casamento breve;se em baixo da cama,vai demorar,pode começar o enxoval bem devagarinho e,se for no quintal,esqueça casamento.


3- Tem também a da bananeira: use uma faca que nunca tenha sido usada e enterre numa bananeira;na noite seguinte aparecerá a inicial do noivo ou da noiva.


4- Se duas agulhas forem colocadas numa bacia com água, com uma certa distancia uma da outra e essas agulhas se juntarem,prepare o buquê;vai sair casamento, logo, logo.Isto na noite de São João,claro!


5- Ou escreva o nome dos possíveis pretendentes em papeizinhos pequenos; coloque-os numa bacia com água;o nome que amanhecer aberto é o do noivo ou noiva.


6- Na noite junina encha a boca de água e fique atrás da porta;o primeiro nome que ouvir é do noivo ou noiva.


7- Pegue uma moeda de 10 centavos e atire na fogueira;na manhã seguinte,retire-a das cinzas e ofereça a um pobre;o nome dele será o nome do seu noivo.


8- na noite de São João, ponha um pouco de clara de ovo num copo virgem, com água; e diga: São João ,de Deus amado São João,de Deus,querido Deparai-me a minha sorte Neste copinho de vidro. No dia seguinte, você verá uma igreja(bodas)um navio(viagem) ou um caixão(morte ou viuvez). 


fonte:

Dia Do Orgulho Autista


O Dia do Orgulho Autista comemora-se a 18 de junho.

Este dia celebra a neurodiversidade e as características únicas que as pessoas autistas apresentam.

O objetivo do Dia do Orgulho Autista é mudar a visão negativa dos meios de comunicação quanto ao autismo, e também da sociedade em geral, passando o autismo de “doença” para “diferença”.

Assegurar que as pessoas com autismo não são doentes, mas sim que elas possuem algumas características próprias que lhes trazem desafios e recompensas únicas, é a essência da comemoração.

Os eventos deste dia visam destacar a identidade, a cultura e o orgulho autista e são organizados por diferentes entidades relacionadas com o autismo. O destaque nos eventos vai para os encontros online e offline de pessoas autistas, para os piqueniques e para as caminhadas.

O primeiro Dia do Orgulho Autista celebrou-se em 2005, por iniciativa da Aspies for Freedom.

16 de jun. de 2017

Saiba de onde vem a quadrilha, dança típica das festas juninas

 
A quadrilha, dança típica das festas juninas brasileiras, é carregada de referências caipiras e matutas. Mas sua origem vem de muito longe. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como uma dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência (por volta de 1830), onde era febre no ambiente aristocrático.


Da Corte carioca, a quadrilha acabou caindo no gosto do povo. Ao longo do século XIX, a dança se popularizou no Brasil e se fundiu com manifestações brasileiras preexistentes. “O brasileiro é um povo muito criativo e criou a forma estilizada de dançar a dança dos nobres”, opina a arte-educadora Lucinaide Pinheiro. A partir daí, diversas evoluções foram sendo incorporadas à quadrilha, entre elas o aumento do número de pares dançantes e o abandono de passos e ritmos franceses. As músicas e o casamento caipira que antecede a dança, também foram novidades incorporadas ao longo dos anos.


Um dos resquícios franceses na dança são os comandos proferidos pelo marcador da quadrilha. Escolhido, geralmente, entre os mais experientes do grupo, seu papel é anunciar os próximos passos da coreografia. O abrasileiramento de termos franceses deram origem, por exemplo, ao saruê (Soirée - reunião social noturna, ordem para todos se juntarem no centro do salão), anarriê (en arrière - para trás) e anavã (en avant - para frente).


15 de jun. de 2017

Vamos Aprender Musiquinhas!!


Beijinhos de Luz!

Significado da Fogueira


Além de espantar o frio, típico do outono e inverno, a fogueira tem a ver com São João, um dos santos homenageados na festa. De acordo com a tradição católica, quando João nasceu, sua mãe Isabel pediu para acenderem uma fogueira nas montanhas da Judeia, para avisar sua prima Maria do acontecimento. Maria, por sua vez, estava grávida de Jesus, que nasceu seis meses depois de João.

Além disso, na Europa da Idade Média, o fogo era usado em rituais pagãos, para comemorar o solstício de verão como o triunfo da luz sobre o inverno. A Igreja Católica se apropriou desses ritos, e atribuiu o dia 24 de junho como Dia de São João, perto do início do verão. O aniversário de Jesus, por sua vez, ficou perto do solstício de inverno, no dia 25 de dezembro.

Assim, a fogueira de São João simboliza tanto seu nascimento quanto o calor que espanta o inverno, como era comemorado no passado.

Será que existem outras versões??

Vamos procurar??

Por que acendemos a fogueira no São João?



Acender a fogueira no São João é uma tradição! Mas onde surgiu esse hábito? O que ele significa? Bem, a fogueiras juninas são de origem européia e fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. A fogueira do dia de “Midsummer” (24 de junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia.

Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

Uma lenda católica conta que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

Será que é só isso mesmo??

Vamos ver??

OS MENINOS E AS RÃS


Uns meninos capetas estavam brincando na beira de um lago quando viram algumas rãs nadando no raso. Para se divertir, começaram a jogar pedras nas rãs e mataram uma porção. Cansada daquela história, uma das rãs pôs a cabeça para fora da água e disse:

-Chega, chega! Por favor! O que para vocês é distração, para nós é a morte!

Moral: nossos prazeres não devem prejudicar os outros.

Do livro:Fábulas de Esopo- Companhia das Letrinhas

4 de fev. de 2017

Dona Baratinha


Dona baratinha
é meio atrapalhada
foge da vassoura
para não ser esmagada.

ela corre pra lá...
ela corre pra cá...
corre corre corre
e a dona baratinha
esconder?! 
Nem pensar!!

Um dia qualquer
dona baratinha
não vai escapar
da vassourinha
e vai ficar
toda esmagadinha!!

Corre baratinha
corre ligeirinho
vai se esconder
lá no seu cantinho
e fica bem quietinha
tenha muito cuidado
com "dona vassourinha"

*soninha**


beijinhos de alegria..

Menina Travessa


Menina Travessa
queria pra si
um arco-íris
coloridinho
subiu na janela
se debruçou
esticou o bracinho
e quase o tocou...
Quanta emoção!!
bateu ligeirinho
o seu coração!!
Menina Travessa
não faça isso não
você pode cair
PLAFT!
PLUFT!
cai
se machuca
bem lá...
no chão!
Tenha cuidado
Não quero isso não
bateu muito forte
o meu coração!

*soninha**



beijinhos de luz!

Dia Mundia Contra o Câncer


Abrace esta causa!

Paz e Luz!

*LUZ INTERIOR*


Prisma era um peixinho que vivia solitário em um pequeno rochedo submerso. Quase não saia de casa, devido a uma deficiência motora, que dificultava a sua locomoção.

Quando nasceu ninguém sabia dizer, e muito menos dizer quem eram seus pais.


Muitos moradores daquela aldeia sabiam apenas que Prisma era uma criaturinha diferente dos outros de sua espécie.

Às vezes o peixinho colocava sua cabecinha para fora do pequeno rochedo para abocanhar algas frescas.

Eu sabia da sua vida e das suas dificuldades, porque Prisma era meu vizinho.

Quem sou eu?

Meu nome é Conchilda e sou uma concha velha, mas muito observadora. Via Prisma sair quase todas as noites e ficar olhando para o grande clarão da lua que refletia nas águas, e isso chamava minha atenção.

Às vezes eu me perguntava o quê será que Prisma pensava!

Um dia tomei coragem e aproximei-me do peixinho, que estava envolto em seus pensamentos, a olhar distante para a luz, e disse:

- Por que olha tanto?

Sem tirar os olhos da luz, delicadamente disse:

- Procuro respostas.

- Respostas para quê?

- Resposta para compreender a minha existência – e prosseguiu:

Às vezes a luz se torna forte, dando-me uma grande sensação de segurança, e posso até me sentir vitorioso.

Eu pensei: Como vitorioso?! Afinal, o pobre mal podia bater sua barbatana!

Dei um pequeno sorriso e tentei conter minha emoção, e lhe disse:

- Não compreendo você!

- Nem queira Conchilda, porque para sermos vitoriosos precisamos aceitar o inevitável.

Pensei... o quê seria inevitável?!

- Conchilda, nossa existência é a obra máxima do Criador.

- Como?!

- Olha, imploramos para ser criados e pouco agradecemos pela nossa existência. A vida, por si só, já é uma benção, e devemos agradecê-la sempre, ainda que não sejamos perfeitos, pois deve haver uma razão justa para isso.

- Você agradece ao Pai Criador, Prisma?

- Sim, todas as noites venho aqui e fico a admirar a luz, e oro ao Criador pelas dádivas maravilhosas que Ele nos concede.

Fiquei calada. Como podia um peixe feio, defeituoso e solitário pensar ainda em agradecer ao Criador?! Muitos outros sadios vivem a cobrar do Criador!

Mas refleti profundamente sobre como Prisma aceitava a sua vida, e reconheci a grandeza de sua alma superava as suas limitações físicas. Naquela noite, aprendi com ele a despertar para a vida e acender a minha luz interior, pela oração ao Pai.

Hoje, já sem Prisma ao meu lado, procuro ajudar meu semelhante, ensinando sobre o poder da prece e falando da importância da confiança na luz que existe em nós.

Crianças:

Para conquista a luz interior é necessário abrir o coração para Deus, agradecendo sempre a Sua Luz, que nunca nos falta.

*Tiamara*
*Boletim Informativo Ação Espírita*

beijinhos de luz!!

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!