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1 de dez. de 2016

O caso da menina que controlou o HIV depois de parar de tomar remédio


O primeiro caso pediátrico conhecido de regressão do vírus depois de um tratamento antirretroviral logo no início, e seu posterior abandono, abre a porta a novas pesquisas sobre a aids.

É o primeiro caso na história de uma criança que deixa o tratamento e consegue uma regressão do HIV-1. Embora a menina continue infectada, pode levar uma vida perfeitamente normal sem tomar nenhum medicamento. No entanto, é preciso levar em conta que se trata de um único indivíduo, por isso ainda não se pode tirar conclusões firmes.

Leia a história completa 

19 de jan. de 2013

Cão cego socorre cadelinha que dava a luz na rua


Existem histórias que muitas pessoas costumam hesitar em acreditar, tanto pelo inusitado quanto pelo “quase impossível”. Praticamente todas elas envolvem atos de heroísmo. Quando estas histórias envolvem animais, fica ainda mais difícil para pessoas de pouca sensibilidade acreditar que qualquer animal, que não o homem, possa ser capaz de atos levados pela emoção e pela solidariedade.

No bairro Cidade Nova, em Rio Grande (RS), um cachorro cego, já velhinho, chamado Toco, promoveu cenas de deixar qualquer um emocionado. Moradores na rua Bento Gonçalves, onde se desenrolou a história, dizem que tudo começou quando uma cadelinha de rua entrou em trabalho de parto. Dois filhotes nasceram embaixo de uma árvore, rente ao meio-fio.

Toco, que estava na entrada do pátio da casa de sua tutora, pressentiu o fato, e mais ainda, sentiu o cheiro. Atravessou a rua e lentamente conduziu a cadelinha até o outro lado da rua, empurrando-a com o focinho e levando-a para dentro da casinha dele, onde a cadela deu à luz a mais dois filhotes. Depois disso, atravessou a rua mais duas vezes. E nas duas voltou com um filhote na boca, depositando-os onde a mãe estava.

A tutora de Toco, Rosa Maria, foi uma das que presenciou as cenas, junto com a amiga Irena Jansen. “Eu fiquei impressionada. Quase não pude acreditar no que estava se passando. Assistir a um cachorro socorrer outro de sua espécie foi algo muito emocionante”, diz Rosa, orgulhosa do trabalho de seu amigo.

Irena conta que o mais interessante é que Toco não come enquanto a cadelinha não se alimentar primeiro. “Eu coloco comida no prato dele e ele nem chega perto. Deixa-a vir comer primeiro. Depois, come o que sobra”, conta Rosa Maria. Outro detalhe que elas observaram é que Toco fica de guarda, sempre por perto da sua antiga casinha, hoje ocupada pela mãe e os quatro filhotes.

Mesmo gostando muito de animais, Rosa Maria não tem como ficar com a família toda. “Falaram-me para que eu coloque em adoção a cadelinha e os filhotes. Vou fazer isso, mas eles precisam estar desmamados e se alimentando sozinhos, para que possam ir, então, para outro lar”, frisa. Se alguém se interessar na adoção, é só deixar recado no site do Jornal Agora nos comentários da matéria, que Rosa Maria irá responder.



18 de jan. de 2013

PRETA A HEROÍNA



"(...) É verdade que na maioria dos animais domina o instinto. Mas, não vês que muitos obram denotando acentuada vontade? É que têm inteligência, porém limitada. Não se poderia negar que, além de possuírem o instinto, alguns animais praticam atos combinados, que denunciam vontade de operar em determinado sentido e de acordo com as circunstâncias. (...) O Livro dos Espíritos, questão 593"
José é frentista há muitos anos. Ele trabalha à noite, em um posto em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul.

Em uma noite fria, apareceu no posto uma cachorrinha faminta, que se aproximou de José, abanando o rabo.

O frentista deu comida e atenção à Preta, como foi chamada a cachorra vira-lata. Aos poucos, ela foi adotada por todos os funcionários do posto, e cada um cuidava dela à sua maneira: conversando, alimentando, brincando, dando água limpa, fazendo de Preta a mascote do lugar.

Ela costumava dormir boa parte do dia e seguia José por toda a parte, durante a noite. Foi ele que percebeu que a cachorrinha engordava a cada dia e, em breve, teria cachorrinhos.

O dia do parto chegou, ou melhor, a noite. José auxiliou no nascimento dos onze cachorrinhos e todos os funcionários do posto ajudaram, no tempo certo, a encontrar um lar amoroso para cada um dos filhotes. 

Preta não se sentia só, tinha a companhia e a amizade de todos que trabalhavam no posto e até de alguns clientes. Mas seu amigo preferido era José, que sabe que os animais são parte da criação de Deus, nossos irmãos. Ele dispensa à Preta um carinho especial e até fez para ela uma capa para aquecê-la nas noites frias de inverno.

A mascote acompanhava José na madrugada em que chegaram ao posto três jovens alcoolizados.

- É um assalto! - anunciaram.

E, nervosos e em desequilíbrio, bateram em José, que caiu no chão.

Preta, então, começou a latir muito alto, como nunca havia feito, e a morder os assaltantes. Enquanto ela ameaçava os três jovens, José conseguiu fugir e chamar ajuda.

Devido ao barulho, às mordidas e à determinação de Preta, os jovens desistiram do assalto, indo embora sem levar nada.

Quando José contou o ocorrido para seus colegas, Preta foi considerada uma heroína. Ela, porém, parece saber que foi apenas uma maneira de retribuir o carinho recebido.

Ter um bichinho de estimação, dispensando-lhe carinho, atenção e os cuidados necessários, como alimentação, moradia, água limpa, é abrir portas para que a bondade de Deus se manifeste de diversas formas, como aconteceu com José e Preta. Conviver com os animais é uma oportunidade de desenvolver virtudes como responsabilidade, respeito, carinho e amor mútuos.

"História baseada em fatos reais"


Não dê armas às crianças!!

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