Estamos de volta!!

Estamos de volta!!
Viva o Verão...

18 de jun. de 2017

Adivinhas de São João



Algumas adivinhações para a noite de São João.São certeiras!


1- Na noite se São João, passa-se um ramo de manjericão na fogueira e atira-se ao telhado;se na manhã seguinte,o ramo ainda estiver verde,o noivo será jovem,se murcho,é velho.


2- Na véspera de São João faz-se um pirão com um tantinho de farinha e, dentro,se coloca um grão de milho;com os olhos bem fechados divide-se o pirão em três partes e se coloca uma na porta da rua,outra embaixo da cama e a terceira na porta do quintal.Se for encontrado o pedaço na porta da rua,casamento breve;se em baixo da cama,vai demorar,pode começar o enxoval bem devagarinho e,se for no quintal,esqueça casamento.


3- Tem também a da bananeira: use uma faca que nunca tenha sido usada e enterre numa bananeira;na noite seguinte aparecerá a inicial do noivo ou da noiva.


4- Se duas agulhas forem colocadas numa bacia com água, com uma certa distancia uma da outra e essas agulhas se juntarem,prepare o buquê;vai sair casamento, logo, logo.Isto na noite de São João,claro!


5- Ou escreva o nome dos possíveis pretendentes em papeizinhos pequenos; coloque-os numa bacia com água;o nome que amanhecer aberto é o do noivo ou noiva.


6- Na noite junina encha a boca de água e fique atrás da porta;o primeiro nome que ouvir é do noivo ou noiva.


7- Pegue uma moeda de 10 centavos e atire na fogueira;na manhã seguinte,retire-a das cinzas e ofereça a um pobre;o nome dele será o nome do seu noivo.


8- na noite de São João, ponha um pouco de clara de ovo num copo virgem, com água; e diga: São João ,de Deus amado São João,de Deus,querido Deparai-me a minha sorte Neste copinho de vidro. No dia seguinte, você verá uma igreja(bodas)um navio(viagem) ou um caixão(morte ou viuvez). 


fonte:

Dia Do Orgulho Autista


O Dia do Orgulho Autista comemora-se a 18 de junho.

Este dia celebra a neurodiversidade e as características únicas que as pessoas autistas apresentam.

O objetivo do Dia do Orgulho Autista é mudar a visão negativa dos meios de comunicação quanto ao autismo, e também da sociedade em geral, passando o autismo de “doença” para “diferença”.

Assegurar que as pessoas com autismo não são doentes, mas sim que elas possuem algumas características próprias que lhes trazem desafios e recompensas únicas, é a essência da comemoração.

Os eventos deste dia visam destacar a identidade, a cultura e o orgulho autista e são organizados por diferentes entidades relacionadas com o autismo. O destaque nos eventos vai para os encontros online e offline de pessoas autistas, para os piqueniques e para as caminhadas.

O primeiro Dia do Orgulho Autista celebrou-se em 2005, por iniciativa da Aspies for Freedom.

16 de jun. de 2017

Saiba de onde vem a quadrilha, dança típica das festas juninas

 
A quadrilha, dança típica das festas juninas brasileiras, é carregada de referências caipiras e matutas. Mas sua origem vem de muito longe. A “quadrille” surgiu em Paris, no século XVIII, como uma dança de salão composta por quatro casais. Era dançada pela elite europeia e veio para o Brasil durante o período da Regência (por volta de 1830), onde era febre no ambiente aristocrático.


Da Corte carioca, a quadrilha acabou caindo no gosto do povo. Ao longo do século XIX, a dança se popularizou no Brasil e se fundiu com manifestações brasileiras preexistentes. “O brasileiro é um povo muito criativo e criou a forma estilizada de dançar a dança dos nobres”, opina a arte-educadora Lucinaide Pinheiro. A partir daí, diversas evoluções foram sendo incorporadas à quadrilha, entre elas o aumento do número de pares dançantes e o abandono de passos e ritmos franceses. As músicas e o casamento caipira que antecede a dança, também foram novidades incorporadas ao longo dos anos.


Um dos resquícios franceses na dança são os comandos proferidos pelo marcador da quadrilha. Escolhido, geralmente, entre os mais experientes do grupo, seu papel é anunciar os próximos passos da coreografia. O abrasileiramento de termos franceses deram origem, por exemplo, ao saruê (Soirée - reunião social noturna, ordem para todos se juntarem no centro do salão), anarriê (en arrière - para trás) e anavã (en avant - para frente).


15 de jun. de 2017

Vamos Aprender Musiquinhas!!


Beijinhos de Luz!

Significado da Fogueira


Além de espantar o frio, típico do outono e inverno, a fogueira tem a ver com São João, um dos santos homenageados na festa. De acordo com a tradição católica, quando João nasceu, sua mãe Isabel pediu para acenderem uma fogueira nas montanhas da Judeia, para avisar sua prima Maria do acontecimento. Maria, por sua vez, estava grávida de Jesus, que nasceu seis meses depois de João.

Além disso, na Europa da Idade Média, o fogo era usado em rituais pagãos, para comemorar o solstício de verão como o triunfo da luz sobre o inverno. A Igreja Católica se apropriou desses ritos, e atribuiu o dia 24 de junho como Dia de São João, perto do início do verão. O aniversário de Jesus, por sua vez, ficou perto do solstício de inverno, no dia 25 de dezembro.

Assim, a fogueira de São João simboliza tanto seu nascimento quanto o calor que espanta o inverno, como era comemorado no passado.

Será que existem outras versões??

Vamos procurar??

Por que acendemos a fogueira no São João?



Acender a fogueira no São João é uma tradição! Mas onde surgiu esse hábito? O que ele significa? Bem, a fogueiras juninas são de origem européia e fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. A fogueira do dia de “Midsummer” (24 de junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia.

Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

Uma lenda católica conta que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

Será que é só isso mesmo??

Vamos ver??

OS MENINOS E AS RÃS


Uns meninos capetas estavam brincando na beira de um lago quando viram algumas rãs nadando no raso. Para se divertir, começaram a jogar pedras nas rãs e mataram uma porção. Cansada daquela história, uma das rãs pôs a cabeça para fora da água e disse:

-Chega, chega! Por favor! O que para vocês é distração, para nós é a morte!

Moral: nossos prazeres não devem prejudicar os outros.

Do livro:Fábulas de Esopo- Companhia das Letrinhas

4 de fev. de 2017

Dona Baratinha


Dona baratinha
é meio atrapalhada
foge da vassoura
para não ser esmagada.

ela corre pra lá...
ela corre pra cá...
corre corre corre
e a dona baratinha
esconder?! 
Nem pensar!!

Um dia qualquer
dona baratinha
não vai escapar
da vassourinha
e vai ficar
toda esmagadinha!!

Corre baratinha
corre ligeirinho
vai se esconder
lá no seu cantinho
e fica bem quietinha
tenha muito cuidado
com "dona vassourinha"

*soninha**


beijinhos de alegria..

Menina Travessa


Menina Travessa
queria pra si
um arco-íris
coloridinho
subiu na janela
se debruçou
esticou o bracinho
e quase o tocou...
Quanta emoção!!
bateu ligeirinho
o seu coração!!
Menina Travessa
não faça isso não
você pode cair
PLAFT!
PLUFT!
cai
se machuca
bem lá...
no chão!
Tenha cuidado
Não quero isso não
bateu muito forte
o meu coração!

*soninha**



beijinhos de luz!

Dia Mundia Contra o Câncer


Abrace esta causa!

Paz e Luz!

*LUZ INTERIOR*


Prisma era um peixinho que vivia solitário em um pequeno rochedo submerso. Quase não saia de casa, devido a uma deficiência motora, que dificultava a sua locomoção.

Quando nasceu ninguém sabia dizer, e muito menos dizer quem eram seus pais.


Muitos moradores daquela aldeia sabiam apenas que Prisma era uma criaturinha diferente dos outros de sua espécie.

Às vezes o peixinho colocava sua cabecinha para fora do pequeno rochedo para abocanhar algas frescas.

Eu sabia da sua vida e das suas dificuldades, porque Prisma era meu vizinho.

Quem sou eu?

Meu nome é Conchilda e sou uma concha velha, mas muito observadora. Via Prisma sair quase todas as noites e ficar olhando para o grande clarão da lua que refletia nas águas, e isso chamava minha atenção.

Às vezes eu me perguntava o quê será que Prisma pensava!

Um dia tomei coragem e aproximei-me do peixinho, que estava envolto em seus pensamentos, a olhar distante para a luz, e disse:

- Por que olha tanto?

Sem tirar os olhos da luz, delicadamente disse:

- Procuro respostas.

- Respostas para quê?

- Resposta para compreender a minha existência – e prosseguiu:

Às vezes a luz se torna forte, dando-me uma grande sensação de segurança, e posso até me sentir vitorioso.

Eu pensei: Como vitorioso?! Afinal, o pobre mal podia bater sua barbatana!

Dei um pequeno sorriso e tentei conter minha emoção, e lhe disse:

- Não compreendo você!

- Nem queira Conchilda, porque para sermos vitoriosos precisamos aceitar o inevitável.

Pensei... o quê seria inevitável?!

- Conchilda, nossa existência é a obra máxima do Criador.

- Como?!

- Olha, imploramos para ser criados e pouco agradecemos pela nossa existência. A vida, por si só, já é uma benção, e devemos agradecê-la sempre, ainda que não sejamos perfeitos, pois deve haver uma razão justa para isso.

- Você agradece ao Pai Criador, Prisma?

- Sim, todas as noites venho aqui e fico a admirar a luz, e oro ao Criador pelas dádivas maravilhosas que Ele nos concede.

Fiquei calada. Como podia um peixe feio, defeituoso e solitário pensar ainda em agradecer ao Criador?! Muitos outros sadios vivem a cobrar do Criador!

Mas refleti profundamente sobre como Prisma aceitava a sua vida, e reconheci a grandeza de sua alma superava as suas limitações físicas. Naquela noite, aprendi com ele a despertar para a vida e acender a minha luz interior, pela oração ao Pai.

Hoje, já sem Prisma ao meu lado, procuro ajudar meu semelhante, ensinando sobre o poder da prece e falando da importância da confiança na luz que existe em nós.

Crianças:

Para conquista a luz interior é necessário abrir o coração para Deus, agradecendo sempre a Sua Luz, que nunca nos falta.

*Tiamara*
*Boletim Informativo Ação Espírita*

beijinhos de luz!!

9 de jan. de 2017

Crianças na Chuva!


Os três amiguinhos
brincavam na chuva
molhavam a cabeça
molhavam o corpinho
a chuva friinha
pingava pingava
pingava em gotinhas
devagarinho...
o frio apertava
mas eles sorriam
estavam felizes
quais passarinhos
debaixo da folha
escondidinhos!!
Que bom ser criança
e ter amiguinhos...

*soninha**

beijinhos de alegria...

Dona Cacá e Dona Quiqui


Duas galinhas
eram vizinhas
e adoravam
ir passear!!

Vamos ali
falava Quiqui

Vamos pra lá
dizia Cacá.

Não se entendiam
e não resolviam
para qual lado
ir passear.

Vamos ali...
falava Quiqui

Vamos pra lá...
dizia Cacá.

Enquanto isso
os seus ovinhos
no sol bem quentinho
iriam chocar

Quem sabe os pintinhos
que deles saíssem
pusessem um final
ao disse me disse
"do vamos ali...
ou vamos pra lá...?"

Resolve quiqui
Resolve Cacá

nós vamos ali...
ou vamos pra lá?

*soninha**

beijinhos de alegria

Dia do Fico!


O Dia do Fico deu-se em 9 de janeiro de 1822 quando o então príncipe regente D. Pedro de Alcântara foi contra as ordens das Cortes Portuguesas que exigiam sua volta a Lisboa, ficando no Brasil.

Por volta de 1821, quando as Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa mostraram a ideia de transformar o Brasil de novo numa colônia, os liberais radicais se uniram ao Partido Brasileiro tentando manter a autoridade do Brasil. 

As Cortes mandaram uma nova decisão enviada para o príncipe regente D. Pedro de Alcântara. Uma das exigências era seu retorno imediato a Portugal. Os liberais radicais, em resposta, organizaram uma movimentação para reunir assinaturas a favor da permanência do príncipe. Assim, pressionariam D. Pedro a ficar, juntando 8 mil assinaturas. Foi então que, contrariando as ordens emanadas por Portugal para seu retorno à Europa, declarou para o público: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico".

A partir daí, D. Pedro entrou em conflito direto com os interesses portugueses, para romper o vínculo que existia entre Portugal e o Brasil. Este episódio culminou com a declaração de independência do Brasil, que viria a ser proclamada em 7 de setembro de 1822


beijinhos de luz!!

A Dança do Arco-Íris


Há muito e muito tempo, vivia sobre uma planície de nuvens uma tribo muito feliz. Como não havia solo para plantar, só um emaranhado de fios branquinhos e fofos como algodão-doce, as pessoas se alimentavam da carne de aves abatidas com flechas, que faziam amarrando em feixe uma porção dos fios que formavam o chão. De vez em quando, o chão dava umas sacudidelas, a planície inteira corcoveava e diminuía de tamanho, como se alguém abocanhasse parte dela.

Certa vez, tentando alvejar uma ave, um caçador errou a pontaria e a flecha se cravou no chão. Ao arrancá-la, ele viu que se abrira uma fenda, através da qual pôde ver que lá em baixo havia outro mundo.

Espantado, o caçador tampou o buraco e foi embora. Não contou sua descoberta a ninguém.

Na manhã seguinte, voltou ao local da passagem, trançou uma longa corda com os fios do chão e desceu até o outro mundo. Foi parar no meio de uma aldeia onde uma linda índia lhe deu as boas-vindas, tão surpresa em vê-lo descer do céu quanto ele de encontrar criatura tão bela e amável. 

Conversaram longo tempo e o caçador soube que a região onde ele vivia era conhecida por ela e seu povo como “o mundo das nuvens”, formado pelas águas que evaporavam dos rios, lagos e oceanos da terra. As águas caíam de volta como uma cortina líquida, que eles chamavam de chuva. “Vai ver, é por isso que o chão lá de cima treme e encolhe”, ele pensou. 

Ao fim da tarde, o caçador despediu-se da moça, agarrou-se à corda e subiu de volta para casa. Dali em diante, todos os dias ele escapava para encontrar-se com a jovem. Ela descreveu para ele os animais ferozes que havia lá em baixo. Ele disse a ela que lá no alto as coisas materiais não tinham valor nenhum.

Um dia, a jovem deu ao caçador um cristal que havia achado perto de uma cachoeira. E pediu para visitar o mundo dele. O rapaz a ajudou a subir pela corda. Mal tinham chegado lá nas alturas, descobriram que haviam sido seguidos pelos parentes dela, curiosos para ver como se vivia tão perto do céu.

Foram todos recebidos com uma grande festa, que selou a amizade entre as duas nações. A partir de então, começou um grande sobe-e-desce entre céu e terra. A corda não resistiu a tanto trânsito e se partiu. 

Uma larga escada foi então construída e o movimento se tornou ainda mais intenso. O povo lá de baixo, indo a toda a hora divertir-se nas nuvens, deixou de lavrar a terra e de cuidar do gado. Os habitantes lá de cima pararam de caçar pássaros e começaram a se apegar às coisas que as pessoas de baixo lhes levavam de presente ou que eles mesmos desciam para buscar.

Vendo a desarmonia instalar-se entre sua gente, o caçador destruiu a escada e fechou a passagem entre os dois mundos. Aos poucos, as coisas foram voltando ao normal, tanto na terra como nas nuvens. 

Mas a jovem índia, que ficara lá em cima com seu amado, tinha saudade de sua família e de seu mundo Sem poder vê-los, começou a ficar cada vez mais triste. Aborrecido, o caçador fazia tudo para alegrá-la. Só não concordava em reabrir a comunicação entre os dois mundos: o sobe-e-desce recomeçaria e a sobrevivência de todos estaria ameaçada.

Certa tarde, o caçador brincava com o cristal que ganhara da mulher. As nuvens começaram a sacudir sob seus pés, sinal de que lá em baixo estava chovendo. De repente, um raio de sol passou pelo cristal e se abriu num maravilhoso arco-íris que ligava o céu e a terra. Trocando o cristal de uma mão para outra, o rapaz viu que o arco-íris mudava de lugar.

– Iuupii! – Gritou ele. – Descobri a solução para meus problemas!

Daquele dia em diante, quando aparecia o sol depois da chuva, sua jovem mulher escorregava pelo arco-íris abaixo e ia matar a saudade de sua gente. Se alguém lá de baixo se metia a querer visitar o mundo das nuvens, o caçador mudava a posição do cristal e o arco-íris saltava para outro lado. Até hoje, ele só permite a subida de sua amada. Que sempre volta, feliz, para seus braços.

*Desconheço o Autor*

beijinhos de luz!

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!