Estamos de volta!!

Estamos de volta!!
O Inverno Chegou...

1 de dez de 2016

Minie!


Sejam bem-vindos!

beijinhos de luz!

Papai do Céu!


Meu querido Papai do Céu!

Hoje eu quero lhe agradecer muito porque até aqui tive boa saúde, pais carinhosos que cuidam de mim, bons amiguinhos com quem eu brinco, repartimos os nossos lanches e conversamos bastante.

Agradeço também Papai do Céu pela professora que me ensina todos os dias, conta lindas historinhas e é muito carinhosa com todos nós e por meus avós que já estão velhinhos mas são bem alegres e gostam de me dar docinhos.

Agradeci hoje Papai do Céu, mas se prepare porque amanhã eu volto para lhe pedir umas coisinhas viu?

Enquanto eu dormir toma conta de mim Papai do Céu!

Eu lhe amo mas o Senhor já sabe né?

Boa noite Papai do Céu!

beijinhos de luz...

*soninha*

Bolachinhas de Natal Decorada


*Ingredientes*

*Massa*

12 ovos
1 kg de açúcar cristal
250 g de manteiga sem sal
1 xícara de leite
100 g de sal amoníaco
Farinha de trigo, o quanto baste

*Glacê Real Para Decoração*

2 claras
2 colheres (sobremesa) de suco de limão
2 colheres (café) de vinagre branco
Açúcar confeiteiro, o quanto baste

*Modo de Preparo da Massa*

Coloque o sal amoníaco em uma tigela, despeje sobre o pó, o leite morno e misture suavemente até dissolver, deve espumar e aumentar de volume.

Junte os demais ingredientes e misture com as mãos

A farinha coloque até dar ponto, para ½ receita uso mais de um quilo de farinha

Comece a amassar na tigela e depois passe para uma bancada enfarinhada

O ponto é até formar uma bola de massa bem bonita, que solte das mãos

Deixe descansar um pouco antes de abrir

Abra a massa com um rolo na espessura de 0,5 cm sobre superfície enfarinhada e corte os biscoitos com cortadores próprios, encontrados em lojas de produtos para confeitaria

Leve para assar até dourar o fundo dos biscoitos

Decore com glacê real

Espere secar o glacê e guarde em potes, vidros e biscoiteiros bem fechados

*Glacê*

Bata as claras em neve em ponto bem firme, sem parar de bater na batedeira, junte o açúcar confeiteiro aos poucos, junte o suco e o vinagre, e vá juntando açúcar até dar ponto.

O meu ponto é quando se sente o glacê pesado, a “batedeira pesando”

Vai bastante açúcar, cerca de 500 g

Para decorar os biscoitos, espere que esfriem bem, e decore a gosto usando o glacê, pode ser colorido com corante alimentício.

Coloque os biscoitos já decorados em uma forma (ou bandeja com bordas altas), um ao lado do outro

Cubra as formas com um pano (não coloque em potes com tampa, o glacê não seca e fica melado), deixe aí por umas 6 horas em local seco e arejado.

*Informações Adicionais*

Dica1: Para facilitar o uso do glacê, coloco pequenas porções em saquinhos plásticos para dividir por cores, aplico o corante aí mesmo (às gotas, ou aos pouquinhos), fecho o saquinho com um nó, e faço um furinho no cantinho pra usar como manga de confeitar. 

Dica 2: Faço sempre ½ receita, e dá bastante. Já contei as horas de trabalho pra fazer os biscoitos, o meu tempo dá sempre 12 horas – entre fazer a massa, assar, esperar esfriar, fazer o glacê e decorar, que é a parte que toma mais tempo. Obs.: o tempo que consta oficialmente receita calculei apenas para preparo da massa dos biscoitos. 

Dica 3: Vale chamar ajuda da família, é muito divertido decorar biscoitos, fazia isso quando criança com a minha avó e primos, era o melhor da época de Natal! Mais legal ainda é que como rende muito dá pra fazer pacotinhos com biscoitos pra dar de presente, uso saquinhos plásticos transparentes e arremato com uma fita bonita. Virou tradição na ceia de Natal, dar os saquinhos de biscoitos de lembrança aos convidados: um sucesso cheio de carinho.

Lenda do Pinheiro de Natal


Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente. 

A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. 

Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz. As estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao Menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e enfeitando o pinheiro. 

Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu! Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.

Autor: Jean-Baptiste Poquelin Molière

beijinhos de luz!

Cuba é o primeiro país a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho


OMS diz que ilha conseguiu feito inédito de erradicar a transmissão do vírus e o da sífilis.

Em cerimônia na sede da Organização Panamericana da Saúde (OPS, o escritório regional da OMS) em Washington, a OMS entregou a Cuba a primeira certificação do mundo que estabelece que um país cumpriu o duplo desafio de eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, bem como da sífilis congênita.

Leia a matéria completa 

O caso da menina que controlou o HIV depois de parar de tomar remédio


O primeiro caso pediátrico conhecido de regressão do vírus depois de um tratamento antirretroviral logo no início, e seu posterior abandono, abre a porta a novas pesquisas sobre a aids.

É o primeiro caso na história de uma criança que deixa o tratamento e consegue uma regressão do HIV-1. Embora a menina continue infectada, pode levar uma vida perfeitamente normal sem tomar nenhum medicamento. No entanto, é preciso levar em conta que se trata de um único indivíduo, por isso ainda não se pode tirar conclusões firmes.

Leia a história completa 

A Criança e a AIDS


As estatísticas mostram o quanto vem crescendo o número de crianças contaminadas pelo HIV.

Define-se dois tipos de transmissão:

- vertical, da mãe para o filho, que poderá ocorrer durante a gestação, via transplacentária, por ocasião do parto ou pela amamentação, por isso recomenda-se que mães infectadas não amamentem seus filhos ou doem leite. Calcula-se que a taxa de risco de uma mãe transmitir o vírus para seu filho seja de 30% (MARQUES, 1994).

- crianças e adolescentes, através dos mecanismos clássicos de transmissão: via sexual, transfusão sanguínea ou hemoderivados contaminados, além da utilização de indevida de agulhas, principalmente pelos viciados em drogas injetáveis.

Manifestações clínicas:

Difere dos adultos, sendo descrito por: desenvolvimento deficitário; febre; diarréia crônica; infecções bacterianas frequentes, como monilíase oral; infecções disseminadas e invasivas de repetição, como otite média aguda e pneumonias; infecções oportunistas; hepatoesplenomegalia; linfonodomegalia; pneumonite; intersticial crônica; parotidite; alterações neurológicas (MARQUES, 1994).

Geralmente os recém-nascidos são assintomáticos até o terceiro ou quarto mês, porém em algumas crianças já verifica-se ao nascimento baixo peso para a idade gestacional. Já em crianças maiores e nos adolescentes, a apresentação clínica é semelhante à observada nos adultos.

Diagnóstico:

Considera-se infectadas as crianças acima de 15 meses que ainda apresentem anticorpos contra o HIV (vírus da imunodeficiência humana), pois abaixo desta faixa etária é comum encontrar anticorpos maternos, decorrentes de transferência passiva. Portanto o ideal seria a pesquisa para detecção do vírus.

Alguns esclarecimentos importantes:

Às crianças infectadas, é de fundamental importância assegurar uma constante vigilância, ambulatorial, com exames físicos minuciosos, principalmente no que tange à evolução pôndero-estatural e avaliação neurológica.

Em relação à imunização, o Programa Nacional de Imunização recomenda a administração de todas as vacinas, com exceção da BCG aos doentes de AIDS.

Quanto à sua presença em escolas e creches, sua frequência só poderá ser vetada se estiver imunodeprimida, com lesões secretantes que não possam ser cobertas ou com sangramento incontrolável. Não existindo nenhum inconveniente citado, a criança está apta a conviver com outras crianças.

Faz-se necessário um esclarecimento à equipe que atende as crianças em instituições: independente de um diagnóstico sorológico confirmado ou não, algumas medidas de precauções precisam ser assimiladas por toda a equipe:

- havendo traumas que promovam liberação de sangue não se deve manipular o local sem uma luva, para proteger a si próprio;

- lave as mãos, antes e após o cuidado com qualquer criança, prevenindo as infecções cruzadas (de uma criança para outra) e também a si próprio.

Ainda não existe vacina e nem cura da AIDS, apesar das diversas pesquisas. O que se conseguiu até hoje foi controlar um pouco a doença, aumentando a sobrevida com qualidade de vida. Portanto o melhor investimento continua sendo a prevenção.

Não se pode esquecer que os infectados existem e precisam e devem ser encarados com respeito e dignidade, ainda mais quando se tratar de uma criança.

Bibliografia Consultada:

LEÃO,E. et al Pediatria Ambulatorial. 2ºed. Belo Horizonte: Cooperativa Editora e Cultura Médica, 1989.

MARQUES,H.H.S. et al AIDS na Infância. In:MARCONDES,E. Pediatria Básica.8ºed. São Paulo: Sarvier, 1994.

SÃO PAULO - SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO Norma do Programa de Imunização. São Paulo, 1994.

Dia Mundial de Combate à AIDS

O Dia Mundial de Combate à AIDS ou Dia Mundial de Luta Contra a Sida, internacionalmente definido como o dia 1° de dezembro, é uma data voltada para que o mundo una forças para a conscientização sobre a Síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA).

Desde o final dos anos 80, tal dia vigora no calendário de milhares de pessoas ao redor do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, ao final de 2013, 35 milhões de pessoas conviviam com o vírus do HIV no planeta e diariamente surgem 7.500 novos casos.

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!