Estamos de volta!!

Estamos de volta!!
Com muitas novidades!

30 de mar de 2010

NÉIA E SEUS SAPATINHOS

 

NÉIA E SEUS SAPATINHOS


Néia é um bichinho com quase cem pezinhos. É uma centopéia que gosta de viver entre as pedras de um jardim muito grande.

Néia vive feliz caçando os insetos que aparecem.
 
Quando alguém a assusta, enrola-se todinha e fica horas e horas quieta até o perigo passar.
 
Certa vez, todos os bichinhos que moram no jardim resolveram dar uma festa.
 
Estava chegando a primavera e eles queriam escolher a “Rainha da Primavera”.
 
Não precisava ser o bichinho mais bonito, mas sim o que se apresentasse de forma diferente, e elegante. E teria de ser surpresa!

E convidaram Néia para ser uma das candidatas. 

A partir daquele dia, foi um alvoroço no jardim.
 

De noite, enquanto todos dormiam, os animaizinhos trocavam idéias, planejavam as atividades e faziam os preparativos.

Mas todos guardavam algum segredo, que seria a surpresa do dia.
 
Néia pensou na roupa e nos sapatos com que se apresentaria.
 
E a dificuldade que teria, com cem pés, para conseguir cem sapatinhos iguais.
 
Será que conseguiria? 


Todas as amigas de Néia ofereceram-se para colaborar. Trabalharam bem depressa. Uma semana depois, 

Néia tinha um sapatinho de crochê com cordão de amarrar para cada pé! E com saltinho de moça!




No dia da festa, enquanto todos os bichinhos ainda dormiam, Néia já começava a preparar-se. Imaginem que teria que calçar e amarrar quase cem sapatinhos! E agora não podia mais pedir ajuda às amigas porque tinha o compromisso de fazer surpresa.

Néia começou a calçar-se: o primeiro pé, o segundo pé... e assim foi continuando.
 
O tempo passou ligeiro. A festa já tinha começado e Néia continuava pacientemente calçando seus sapatinhos.
 
O desfile das candidatas também já estava começando...e Néia ainda faltava calçar os últimos sapatos... Néia não desanimou porque era muito paciente!


A última a desfilar foi Néia, que aparece mais bonita do que nunca!
 
– Oh! Como está diferente e elegante! – falaram todos quase ao mesmo tempo.
 
– Calçar quase cem sapatinhos? Que paciência para amarrar todos eles! – falaram eles.
 
No final do desfile foi anunciado o nome da vencedora.
 
Imaginem quem foi?
 
Isto mesmo! Néia! Ela ganhou uma cesta de flores com um cartão: “Parabéns à Rainha da Primavera” e uma caixa com cem bombons, que Néia dividiu com as amigas que a ajudaram a fazer os seus sapatinhos.  




Autoria : Lar Fabiano de Cristo-Educação do Ser Integral.
Ilustração:Vera Stefanello 

bjs,soninha

29 de mar de 2010

MARCOS E O NINHO

Ilustração: Gustavo Tonietto Reis

Marcos e o ninho


Marcos, todas as tardes, ia até o pomar de sua casa, onde havia muitas árvores frutíferas e lá se deliciava com as frutas saborosas da estação.

Numa tarde aconteceu algo muito especial. Enquanto Marcos procurava os frutos, lá no alto da árvore algo lhe chamou a atenção. Era um ninho de passarinhos! Que coisa formidável! Ele nunca tinha visto um ninho tão de perto. Ficou muito contente e pensou logo em apanhá-lo.

Foi se equilibrando na árvore, ajeitando os pés nos galhos, esticando os braços... até que conseguiu pegá-lo. Observou que dentro do ninho havia alguns ovinhos. Desceu com cuidado, chegando seguro ao chão.

Quando seu pai chegou em casa, ele correu abraçá-lo, segurando na outra mão o ninho.

Veja, papai, o que eu encontrei: um ninho de passarinho!

Que bonito, meu filho! Já reparou que este ninho é todo feito de palha? Como teria o ninho ido parar lá em cima da árvore?

É mesmo, não tinha pensado nisso, disse Marcos. Eu acho que o passarinho levou uma palha por vez. Puxa! Quantas viagens deve ter feito esse passarinho, até juntar todas estas palhas!

É isso mesmo, concluiu o pai, os passarinhos têm um trabalho enorme para construir seu ninho, a fim de botar seus ovinhos. Os passarinhos gostam muito de seus ovinhos. É como se fosse um tesouro para eles. Isso porque destes ovos vão nascer alguns filhotes.

Neste instante, enquanto o dia estava quase escurecendo, ouviu-se lá fora o piar insistente de um passarinho.

Ih, papai! Acho que o dono do ninho deu por falta dele.

Se você guardar este ninho com você, não vai nascer nenhum filhotinho, porque é necessário o calor da mãe. Se o passarinho ficar muito tempo sem chocar seus ovos, o filhote que está aí dentro poderá morrer.

Marcos ficou bastante preocupado e saiu em disparada para o pomar, para recolocar o ninho em seu lugar.

Afinal, pensou ele, a mamãe passarinho trabalhou tanto para construir seu ninho.

Depois de alguns dias, numa bela manhã, Marcos ouviu muitos piados.

Subiu com cuidado na árvore, e viu uma coisa interessante: o pai e a mãe dos filhotes traziam comida no bico, enquanto os filhotes abriam o mais que podiam a boca para apanhá-la.

Marcos ficou tão contente! Acompanhou o crescimento dos filhotes e viu com que carinho a mamãe passarinho, depois de um tempo, quando eles já estavam maiores, os ensinava a voar.

Autoria desconhecida.

bjs,

23 de mar de 2010

O SOL



O sol brilha quentinho
Lá no alto, pendurado
Por um fiozinho invisível
Que Deus o tem amarrado.


Quando Deus balança muito
Dá a impressão que vai cair
E o calor fica tão forte
A vontade é de fugir.


Se ele o ergue um pouco mais
A temperatura fica amena
Nem pense em ir à praia
Pois não vais ficar morena (rs)


Tudo isto é fantasia
É pura imaginação
De quem vive a magia
Dentro do seu coração!


Vamos viver a magia!!

bjs,soninha

Pensando....pensando....


  1
 O que um cachorro disse para o outro debaixo da árvore de Natal? 


2
Qual é o nome de uma reunião de papas?  



 3
Qual é o cúmulo da seca? 



4   
O que a campainha disse para o dedo?


5
Qual é a bebida que dá um mau conselho? 



 6
O que é que anda com os pés na cabeça?



7
O que uma impressora disse para a outra? 



8
Qual é o cúmulo da falta de gosto? 


  
9
O que uma parede disse para a outra? 



10
Qual é o contrário de NUVEM? 



Já responderam?! rs.

22 de mar de 2010

A DANÇA DAS BORBOLETAS


A DANÇA DAS BORBOLETAS


Os animais da floresta estavam todos animados. No dia seguinte seria o dia da festa mais esperada do ano: A Festa da Primavera. E para homenagear a linda data, todos os bichos iriam mostrar o que de melhor sabiam fazer.

Lilica, uma linda borboleta azul, juntamente com suas irmãs ensaiavam todos os dias “A dança da luz”, uma dança à moda das borboletas. Os vagalumes iriam formar círculos, representando a chama de uma vela, os rouxinóis cantariam lindas canções, os sapos declamariam lindas poesias. E assim, todos empenhavam-se ensaiar suas apresentações.



 A floresta estava toda enfeitada. As aranhas haviam tecido lindas teias de renda e o orvalho da noite seria como pequeninos brilhantes sobre as folhas das árvores e das flores. Pela tardinha, o tempo mudou. Começou a chover e esfriar. Todos os animais recolheram-se aos seus lares. Afinal, ninguém queria resfriar-se. Ninguém queria perder a festa.

Apenas Lilica não se importou. Pensou que abusar um pouco não lhe faria mal. A tarde estava tão fresquinha, as gotas de chuva caíam em seu rosto. Era tão bom! E assim ela passou a tarde toda, pelos campos em flor, tomou sorvete, banhou-se no lago, voando até tarde pela floresta.


 Lá pelas tantas, começou a sentir-se mal. O vento estava gelado. Ela deu um forte espirro, mais outro e outro, e começou até a sentir um arrepio de frio nas asas. Lilica sentiu-se fraquinha, sem forças. Uma rajada de vento a derrubou desfalecida no campo de flores e lá ficou escondida entre as folhas secas.




 Sr. Encaracolado, um caracol bondoso, estava passando e viu Lilica desmaiada. Chamou D. Formiga às pressas. Durante muitos dias, os dois amigos trataram da borboletinha.

Até que numa tarde...

Ai, ai, ui, ui! Onde estou? Gemeu Lilica, abrindo os olhinhos pela primeira vez depois de tantos dias desmaiada.



Você está entre amigos. – Respondeu Sr. Encaracolado. Você esteve doente e nós cuidamos de você.

Também que imprudência a sua, hein menina!? Sair numa tarde tão fria... – Disse D. Formiga.

Fiz tantas coisas que não devia, respondeu a borboleta. E perdi a Festa da Primavera.

Imagine que a equipe premiada foi das borboletas, disse o caracol. Você nem pôde dançar com elas, mesmo depois de ensaiar tanto! Você ficou muito tempo, no frio e na chuva.




Tem razão, Sr. Encaracolado, disse Lilica. De agora em diante, serei mais cuidadosa com minha saúde e não cometerei mais excessos. Aprendi que com a saúde não se brinca!

Autoria desconhecida

bjs,soninha

19 de mar de 2010

AMÉRICO E O 5º MANDAMENTO: "HONRAI PAI E MÃE"!


Numa manhã de sábado, Américo e vários amigos jogavam um futebol animado, no campinho perto de casa. 

De repente, Lúcia, sua irmã, chegou correndo:
       
- Américo! Mamãe está chamando para você ir à feira com ela.
       
- Já vou! Falou Américo meio aborrecido.
       
Seus colegas começaram a zombar:
       
- Chi! Você ainda está nessa? Ei, isso é para os velhos, disse um de seus amigos.



Américo, sendo um filho que respeitava as ordens de sua mãe, disse:
    
-É, mas preciso ajudar minha mãe.
  
- Olha a bola, Américo! - disse outro chutando a bola em direção a Américo, procurando  distraí-lo e fazê-lo esquecer o chamado da mãe.



Mas desta vez, era a mamãe que o chamava:
      

- Venha logo, Américo!
      

O menino abandonou a brincadeira, um pouco envergonhado pela zombaria dos colegas.



Mãe e filho seguiram para a feira. Fazia muito calor. Ao atravessarem uma vilazinha meio deserta, D. Rosa, de repente falou baixinho:
     

- Américo, estou me sentindo mal...




Américo ficou assustado, amparando a mãe, que foi se sentando devagar na calçada.
       
O menino tocou a campainha de uma casa próxima, pedindo ajuda.



  Levaram sua mãe para o pronto-socorro.
      
Depois de atendê-la, o médico disse:
      
- Se a senhora não tivesse sido atendida a tempo, poderia ter acontecido coisa pior.



No dia seguinte, quando Américo encontrou seus amiguinhos no campinho, eles gritaram logo:
    
  - Como é, você vai à feira hoje também?  Vai com a mamãezinha?
    
  - Se mamãe precisar de mim, eu irei. Se eu não fosse com ela ontem, talvez agora eu não tivesse mais mãe.
      
Ouvindo o que Américo lhes contava, os colegas abaixaram a cabeça, envergonhados de suas brincadeiras.



Bibliografia: Os dez mandamentos_ Clóvis Tavares e Nina Arueira. (livraria da S.B. Obreiros do Bem)
DEPARTAMENTO DE EVANGELIZAÇÃO DA U.M.E.A.

16 de mar de 2010

A FÉ DE UMA CRIANÇA

Ilustração: Gustavo Reis

A FÉ DE UMA CRIANÇA

Foi na África Central. No abrigo improvisado pelas missionárias, uma mulher morreu ao dar à luz um bebê prematuro.

Sua filhinha de dois anos começou a chorar e não havia o que a consolasse.

O bebê foi colocado em uma caixa e envolto em panos de algodão. Bem depressa alguém foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente.

Mas não havia bolsa para água quente.

Ele foi enrolado o melhor possível e as enfermeiras começaram a se revezar, para o manter o mais aquecido possível.

Na tarde seguinte, a missionária foi orar com as crianças do orfanato. Contou a respeito do bebê, da necessidade de uma bolsa de água quente. Também falou da irmãzinha que não parava de chorar, porque a mãe morrera.

Então, uma menina de 10 anos se ergueu e orou em voz alta:

- “Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente. Amanhã talvez já seja tarde, Deus, porque o bebê pode não agüentar. Por isso, manda a bolsa ainda hoje.

E... Deus, já que estás cuidando disso mesmo, por favor, manda junto uma boneca para a maninha dele, para que saiba que também a amas de verdade.”

A missionária nem conseguiu dizer Assim seja. Poderia Deus fazer aquilo?

Como chegar ali, na linha do Equador, uma bolsa de água quente e uma boneca? Só se ela encomendasse em seu país e levaria meses para chegar.

Ainda naquela tarde, um carro estacionou no portão da casa e deixou um pacote de 11kg na varanda.

As crianças do orfanato rodearam o pacote e acompanharam a abertura.

Havia roupas coloridas e cintilantes, ataduras, caixinhas de passas de uva e farinha.

Mas... bem no fundo, uma bolsa de água quente, novinha em folha!

A garota que pedira a bolsa, na prece, gritou:

“Se Deus mandou a bolsa, mandou também a boneca.”

E lá estava ela. Linda e maravilhosamente vestida.

Olhando para a missionária, Rute perguntou:

- “Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Deus a ama muito?”

O pacote fora enviado há 5 meses, por iniciativa de uma ex-professora da missionária, que resolveu remeter uma bolsa de água quente, sem mesmo saber porquê.

Uma das suas auxiliares, ao fechar o pacote, decidiu mandar uma boneca.

Tudo isso, cinco meses antes, em resposta a uma oração de uma menina de 10 anos que acreditou, fielmente, que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.

***Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita com base em texto traduzido pelo Rev. Oscar Lehenbauer e adaptado por Áureo Pinto.

fonte:http://www.mundoespirita.com.br/index.php?act=conteudo&conteudo=70

bjs,soninha

15 de mar de 2010

A FAMÍLIA DOS PONTEIROS


A família dos ponteiros

Seu Onofre era relojoeiro conceituado na cidade do Tempo.

Inventor criativo, atendia a inúmeros pedidos de relógios de parede, sua especialidade.

Havia um, porém, o grande relógio cuco que não estava à venda, pois seu Onofre tinha muita estima pela família dos ponteiros que trabalhava nele.

Era chamado de grande relógio cuco porque, ao chegar meio-dia saía de dentro dele, através de uma portinhola, um passarinho de madeira, cantarolando: Cuco! Cuco! Cuco! Era o cuco Cauby.

A família dos ponteiros, íntimos amigos de Cauby, dividia a ilustre tarefa de marcar o tempo da seguinte forma:

Seu Veloz, muito esguio, passeava rápido pelo relógio, indicando os segundos.

Sua esposa, Dona Paciência, não tão esguia e ágil quanto o marido, mostrava os minutos, dando um passo para frente toda vez que era ultrapassada por ele.

Horácio, o filho do casal, deveria por sua vez, bem devagar, contribuir para o ofício dos pais, assinalando as horas.

Mas havia um problema.

Horácio era pouco prestativo. Não deixava o número 12, por isso sempre que a família se encontrava, o relógio acusava meio-dia, hora de almoço, festa para todos porque o cuco Cauby surgia chamando:

– Cuco! Cuco! Cuco!...(12 vezes)

Dona Paciência, muito amorosa, chamou a atenção do filho:

– Horácio! Você precisa trabalhar, dar a sua parcela de auxílio na nossa casa, que é o grande cuco, por gratidão em tê-la nos abrigado.

– Ah, mãe! – respondia, preguiçoso. Para que eu me mexer? Vocês já fazem o suficiente por mim e por vocês. Além disso, é até bom ficar aqui parado, a hora do almoço vem mais depressa.

– Não, meu filho! – redargüiu Dona Paciência. Não basta querer simplesmente que seja hora do almoço. Seu Onofre sabe quanto demora até lá!

– Claro que não, mãe! A gente é que mostra para ele.

E, embora a mãe o alertasse para a importância da sua cooperação, Horácio evitava fazer a sua parte, preferindo ficar ocioso, vendo Cauby e os pais trabalhando, trabalhando...

Seu Onofre percebeu, contudo, haver algo errado. Por que o cuco estaria cantando antes da hora?

Tomou do relógio, procurando o defeito e logo constatou ser o pequeno ponteiro Horácio o causador da confusão.

Entristecido, viu-se forçado a desmontar o grande cuco que, defeituoso, só lhe causaria contratempos.

Aproveitou as peças perfeitas na fabricação de um novo modelo, ficando Horácio, o único que não colaborava, esquecido na carcaça do velho relógio.

Cedo a solidão fez de Horácio um ponteiro triste. Ah! Se pudesse reviver a alegria das horas! Mas sozinho!? Impossível!

Cauby, Seu Veloz e Dona Paciência continuaram no cumprimento do dever que lhes cabia, agora em outra engenhoca.

Seu Onofre notou, todavia, falta de entusiasmo no canto de Cauby e desânimo nos passos do casal de ponteiros amigos. Foi quando indagou o motivo da tristeza:

– Sabe o que é, Seu Onofre – respondeu Seu Veloz, o ponteiro dos segundos – sentimos falta de Horácio. Não que não gostemos do novo companheiro que marca as horas, mas Horácio é nosso filho!

E Cauby falou da falta que lhe fazia o amigo.

Enternecido, Seu Onofre decidiu remontar o antigo relógio, mesmo não funcionando direito. Importante era, para ele, a felicidade de todos. Recolocou as peças na velha carcaça e ... surpreendeu-se ao verificar o ponteiro das horas trabalhando feliz e com precisão.

Horácio, enfim, havia aprendido a lição.

Desconheço o autor.

bjs,soninha

14 de mar de 2010

ANIMAIS


ANIMAIS


Hoje também é dia
Dos nossos animais
São criaturas de Deus
Nos merecem muito mais


Atenção e  o respeito
Também o nosso carinho
Um pouco de aconchego
No coração,um cantinho


Um cheiro e um beijinho
Não faz mal pra ninguém
Nem para o lindo gatinho
E o macaquinho,também


Animais precisam de apoio
De carinho e atenção
Tem gente que acredita
Que não é verdade não


Pensam que os animais
Precisam só de comida
Que isto é tudo pra eles
A alegria e a vida


Observem os olhinhos
Do cãozinho ao seu lado
Ele pede por carinho
Embora não tenha falado


Com a cauda cumprimenta
E expressa a alegria
De estar ao nosso lado
Fruindo desta magia


A magia que é a vida
Dádiva que Deus nos deu
E com os lindos animais
Ele nos entreteceu


Na selva ou na cidade
Cada um no seu lugar
Tudo que eles querem
É ver o respeito imperar


Respeitemos os animais
Que vivem ao nosso lado
São nossos irmãozinhos
E precisam de cuidado!

Respeitemos os animais!

"DIA DOS ANIMAIS"

bjs,soninha

CRIANÇA PRECISA SABER



CRIANÇA PRECISA SABER


Hoje é o Dia da Poesia
Criança precisa saber
Pra aprender a gostar
Muito antes de crescer


 
Ensinar-lhe o que é bom
E gostoso de se ler
Que além de um deleite
Vai a alma,enternecer


 
Contribui no crescimento
E na sensibilidade
Da alma,é o alimento
Em toda e qualquer idade


 
Leia pra o pequenino
Uma poesia bem linda
Que fale de muitas fadas
E da rainha Bem-Vinda!


 
Que tenha bicho papão
E jujubas coloridas
Bicicletas e carrinhos
Correndo nas avenidas


 
Deixe que ele termine
Os versos, já começados
Depois diga para ele:
-São versos iluminados!


 
"DIA NACIONAL DA POESIA"

bjs,soninha

13 de mar de 2010

COISINHAS PRECIOSAS



COISINHAS PRECIOSAS


Estrelinhas lá no céu
São pontinhos a brilhar
Que papai do céu nos deu
Para a vida enfeitar


Pôs as flores nos jardins
Coloridas...perfumadas
Pra levar pra a professora
Que ensina a tabuada


Passarinhos saltitando
Soltando o seu trinado
Nos batentes e beirais
Tornam o mundo encantado.


O sorriso das crianças
Deslumbrante luz do dia
Clareando e iluminando
Doce mundo de magia...


Coelhinho vai correndo
Ligeirinho, bem veloz
Enchendo de alegria
A vida de todos nós


A água fria e gostosa
Escorrendo no riacho
Forma chuva lá nas nuvens
Vem molhar aqui embaixo


Mil peixinhos coloridos
Nadando em alto mar
Ensinando aos moluscos
A lição do verbo amar


O papagaio falastrão
Entoando uma cantiga
Desejando conquistar
O carinho da amiga


Tudo isto e muito mais
Papai do Céu nos deu
Cumprindo a promessa
Que Ele nos prometeu


Portanto amiguinhos
Vamos, nós, agradecer
Por tantas maravilhas
Que enfeitam o viver!


bjs,soninha

OS TRAVESSEIROS


- Minhas filhas, - dizia a mãe -A maledicência é destrutiva! Com ela podemos praticar muito mal.
As filhas praticavam a maledicência constantemente.
     A mãe aconselhava:
     - Minhas filhas, não falem mal dos outros.
     As meninas faziam ouvidos moucos.
     -As críticas, - dizia a mãe - podem ser feitas, porém construtivas e na presença das pessoas.
     As filhas continuavam falando mal dos outros.



Foi então, que a mãe chamando-as no quintal, deu-lhes dois travesseiros e pediu a elas que cortassem seus travesseiros (cada uma o seu).
     As filhas por sua vez não entenderam o porque de tal ação, mas cumpriram-na.




Como ventava muito na hora de abrir os travesseiros, as penas voaram pelo quintal e outras para longe.
     Aí, a mãe vendo-as divertindo-se com o acontecido, aconselhou-as a que pegassem as penas para recompor os travesseiros.
 As filhas aflitas, puseram-se a trabalhar.
     Mas as penas voaram para cima do telhado e das árvores. Ficava muito difícil a tarefa.
     Foi quando a mãe deu a nobre lição:
     - Vejam! Assim como é difícil recompor os travesseiros por recolher todas as penas é também muito difícil a recomposição de nosso comportamento perante os estragos que faz nossa língua, quando fazemos maledicência. Muitos dos afetados podem não nos perdoar. Ainda outros passando para o plano espiritual, podem até nos perseguir na forma de obsessão.





bjs,soninha
Busquei o autor mas não encontrei,quem souber,e puder,por favor me diga.

10 de mar de 2010

TELEFONE DE LATINHAS


Fiz um "big" telefone
Com duas lindas latinhas
Agora eu vou conversar
Com as minhas amiguinhas



 
Posso usar a qualquer hora
Pois não pago ligação
E a mamãe não vai ficar
Com a sua "aporrinhação"



Cada vez que eu penso
Em falar com a Ritinha
Ela diz que eu não posso:
-Há defeito em nossa linha!



Eu sei não ser verdade
Mas o que eu posso fazer
Foi a mamãe quem disse...
Eu não posso "desdizer"!


 
Agora estou por cima
Já tenho o meu telefone
Quem quiser ter um igual
Vai ter que ser um clone



Alô Alô ôô Ritinha
Atende logo o meu chamado
Eu vim te convidar
Pra um sorvete bem bolado


 
Se você não atender
Vou chamar o Ricardinho
E você fica sozinha
A chupar o seu dedinho

Alô Alô ôô Ritinhaaaaa!!!
Puxa vida, ô guria 
Pega aí o telefone
-Entra no clima da magia!


 
bjs,

Dia 10 de março:DIA DO TELEFONE

O telefone é um dos dispositivos de telecomunicações desenhados para transmitir sons por meio de sinais eléctricos nas vías telefônicas.

É definido como um aparelho eletroacústico que permite a transformação, no ponto transmissor, de energia acústica em energia elétrica e, no ponto receptor, teremos a transformação da energia elétrica em acústica, permitindo desta forma a troca de informações (falada e ouvida) entre dois ou mais assinantes. É lógico que, para haver êxito nessa comunicação, os aparelhos necessitam estar ligados a vários equipamentos, que formam uma central telefônica.

Há muita controvérsia sobre a invenção do telefone, que geralmente tem sido atribuída a Alexander Graham Bell.

Entretanto, como reconheceu o Congresso dos Estados Unidos através da resolução 269, de 15 de junho de 2002, o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci, que o chamou telettrofono. A primeira demonstração pública da invenção de Meucci teve lugar em 1860, e teve sua descrição publicada num jornal de língua italiana de Nova Iorque.

Meucci criou o telefone com a necessidade de comunicar-se com sua esposa, esta era doente e por isso ficava de cama no seu quarto no andar superior. O laboratório de Meucci ficava no térreo, assim ele não tinha condições cuidar da esposa e trabalhar ao mesmo tempo, daí ele inventou o telefone, a fim de que se sua esposa precisasse dele não tivesse que gritar ou sair de seu leito.

Os primeiros telefones no Brasil foram instalados no Rio de Janeiro. Em 1883 a cidade contava com 5 centrais telefônicas, cada uma com capacidade para 1000 linhas, e também funcionava a primeira linha interurbana, ligando o Rio a Petrópolis.

Campinas foi a terceira cidade do mundo a ter uma linha telefônica (logo após Chicago e o Rio de Janeiro).

No Rio Grande do Sul o serviço telefônico foi instalado em 1885, em Pelotas, com a União Telefônica.

A primeira empresa brasileira foi a Brazilian Telephone Co., que depois de passar por diversos proprietários, foi incorporada, em junho de 1889, à Brasilianische Elektrizitäts Gesellschaft, com sede em Berlim, que ganhou uma concessão de 30 anos.

Em 1906, um incêndio destruiu a central telefônica na Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), deixando a cidade sem telefone por 7 meses.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone

bj,

8 de mar de 2010

O Segredo da Onça Pintada


Livro: O Segredo da Onça Pintada
Autor: Adeilson Salles 

O dia amanheceu lindo na mata. Pássaros cantavam alegremente as belezas da natureza. O sol acariciava as folhas das árvores com seus raios bem quentinhos.

O movimento das águas clarinhas do riacho - chuá ...chuá...chuá...- entoava uma delicada música de agradecimento a Deus.

Veados, capivaras, antas e tantos outros animais bebiam nas águas do riacho que, tais quais um espelho, traziam o céu para a terra.

Nás árvores, macacos pulavam de galho em galho fazendo muita bagunça.



 

 

 

De repente, tudo silencia. Os animais, bem quietinhos, erguem as orelhas como a ouvir um sinal de perigo. Tudo agora é silêncio absoluto. Somente se ouve o barulhinho das águas do riacho:

- Chuá..chuá..chuá.....

Dona Anta, prevendo um perigo que se aproxima, olha com preocupação para seus filhinhos, e eles, entendendo o aviso, vão para bem pertinho da mamãe.

Do alto da árvore vem o grito de alerta dado pelo mico-leão-dourado:

- Lá vem a Dona Pintada, corra turma, que ela vem aí!!!

O susto foi geral e grande a confusão. Em segundos, todos os animais fogem. Araras voam rapidamente, seguidas dos papagaios e outros pássaros. Até os peixes acostumados a nadar na superfície das águas buscam a parte mais profunda do riacho.

Ouve-se, então, um rosnar aterrador:

- GRRUUUAAARRRRRR!

A passos lentos e credenciados, ela surge em meio às folhagens. Sim, era ela mesmo, a temida onça-pintada. Aproxima-se das margens do riacho e, entre gemidos e lamentações, bebe um pouco de água.


Epa!!! Entre gemidos e lamentações???????

Sim, amiguinhos, a terrível onça-pintada gemendo e chorando, dizia:

- Ai, ai, ui, ui, pobre de mim, só com uma onça infeliz como eu é que isso poderia acontecer. Que destino o meu, ai, ai, ai! Até quando vou carregar este segredo?

Alguns macacos escondidos nas árvores ouviam as lamentações da Dona Pintada, sem entender o que estava acontecendo. E ela continuava:

- Se alguém descobrir o meu segredo estarei desmoralizada, ai, ai, ai.

A onça-pintada tomou um pouco de água e, ao ver a imagem de sua bocarra refletida na água, deu um grito assustador:

- AAAAIIIIIIIII!!!!!!!!

Ainda se refazendo do choque que a sua imagem lhe causara, Pintada ouve uma voz baixinha que lhe diz:

_ O que está acontecendo, Dona Pintada?

Procurando intimidar a intrometida, ela rosna ferozmente - GRRUUUAAAARRRRRRR!!!!!!

- e outros animais ouvem esse rosnar muito longe dali.

- Calma, calma, só estou querendo ajudar!

A recém-chegada era a velha e sábia coruja, que fora atraída para o riacho pelo choro de pintada.

Pintada tentou manter a pose e a fama de violenta, e disse:

- Saia já daqui, sua bisbilhoteira do olho grande, vá cuidar da sua vida, vá!



Por que a senhora está chorando, Dona Pintada? - insistiu a coruja.

- Onça como eu não chora, se você não for embora daqui, eu vou comê-la como café-da-manhâ.

A ameaça da Dona Pintada vinha acompanhada de ais e uis:

_ Ai, ui, ai, ui.

- Tem certeza de que a senhora não quer me contar por que está gemendo? - continuava insistindo a coruja respeitosa.

- Você é como toda a bicharada desta floresta, está doidinha para descobrir o meu segredo, não é?

- Mas eu nem sabia que a senhora tinha um segredo! Tem mesmo?

percebendo que falara demais, Dona Pintada tentou consertar:

- Bem...quer dizer...isso é conversa do macaco-prego, aquele invejoso. Como eu sou a mais poderosa da floresta, ele tenta destruir a minha imagem. Quem está por baixo sempre quer falar mal de quem vive por cima como eu.

- Eu nunca soube que a senhora guarda um segredo. Para mim é novidade.

- Ai, ai, ai, chega dessa conversa boba, ui,ui,ui.

- Só estou tentando ser sua amiga, vim até aqui atraída por seu choro.

- Não preciso de amiga, principalmente de uma como você, metida a saber tudo.

- Dona Pintada, nós precisamos ter amigos, já que vivemos todos juntos na mata.

- Pois sim! Amigo meu é barriga cheia.

E, dizenso isso, Dona Pintada rosnou ameaçadoramente:

- GRRUUUAAARRRRRR, ai, ai, ui, ui.

Com calma, Dona Coruja disse:

- A senhora está precisando de auxílio. Ora, ora, deixe-me ajudá-la! Está sentindo alguma dor?

- Noite passada, saí para caçar e mordi uma tartaruga, quer dizer, me dei mal naquele casco duro, ai,ai,ai.

Falando assim, Dona Pintada olhou para todos os lados e, sem conseguir se controlar, começou a chorar. Chorou...chorou...chorou...

- Não fique assim, o que está acontecendo? Fala, filha de Deus! - insistiu Dona Coruja.

- Você me chamou de filha de Deus?

- É claro que chamei. Você também é uma filha de Deus.

- E Deus existe? 
- perguntou a onça espantada.

- É claro que existe, foi Ele que nos criou.

- E como você sabe que Ele existe? 
- desafiou Dona Pintada.

- Ah! basta olhar à sua volta e verá tudo o que Ele fez.

Olhando para todos os lados, Dona Pintada resmungou:

- Não estou vendo nada demais...somente a floresta onde moramos!

Virando os enormes olhos, Dona Coruja respondeu com paciência:

- Então, Dona Pintada, é isso mesmo...a nossa floresta é criação divina. Tudo o que não foi feito pelo homem, por Deus foi feito.

- Como assim?

- É verdade, Deus criou as florestas, os animais, os homens...

Sem conseguir conter o espanto, a Pintada interrompeu Dona Coruja:

- Criou os animais?

- Sim senhora, Deus nos criou!

- Então Deus é bom?

- Deus é eterno, imutável, imaterial, onipotente, único, soberanamente justo e bom - 

Dona Coruja explicou de um fôlego só.

- Puxa! Ele é mesmo tudo isso?
 - a Pintada perguntou desconfiada.

- Sim, Ele nos ama muito!

A onça então começou a chorar. Chorava...chorava...chorava...

- Mas por que a senhora chora tanto, Dona Pintada?

- Se os animais são filhos de Deus, Ele deve estar triste comigo 
- a Pintada afirmou soluçando.

- Por que Deus estaria triste com a senhora?

- por quê?! A senhora ainda pergunta, Dona coruja? 
Eu já perdi as contas de quantos filhos de Deus eu já comi.

Sorrindo a coruja respondeu:

- A senhora comeu animais porque eles fazem parte de sua cadeia alimentar, não foi por maldade, foi por necessidade.

- É mesmo?
 - indagou a Pintada, suspirando aliviada.

- Sim senhora. Eu não lhe disse que Deus é soberanamente justo e bom, quer dizer, muito, muito justo e bom?

- Disse!

- Pois então, tudo na vida acontece de acordo com a sabedoria do Criador.Deus sabe de tudo que precisamos. Não chore mais.

- Está bem, eu acredito na senhora!

A Pintada pensou, pensou... 
pensou mais um pouquinho e disse resolvida:

- Acho que vou confiar na senhora, 
Dona Coruja, vou lhe contar o meu segredo.

- Se quiser confiar em mim, eu garanto, por todas as minhas penas, que ninguém nesta floresta irá saber.

Confiando pela primeira vez em alguém, Dona Pintada disse:

- Se é assim, vou lhe contar, a senhora promete que não vai rir de mim?

- Prometo!

- Meu segredo é este  e abrindo a bocarra, mostrou o seu segredo.

Os olhos da Dona Coruja pareceram saltar, sem acreditar no que viam.
 E, impressionada, afirmou:

- Não acredito no que estou vendo!

- Ai, ai, ai, pode acreditar, Dona Coruja!

- A senhora só tem um dente? 
Preciso ver isso mais de perto!

- Você prometeu não rir de mim!

- Promessa é dívida, não vou rir da senhora.

Vendo que não corria perigo, a coruja pousou perto da Dona Pintada, que disse com tristeza:

- este é o meu segredo, ai,ai,ui,ui. Por isso eu procuro amedrontar os outros animais com meus grunhidos, para que todos se afastem e eu não deixe de ser respeitada. Imagine, Dona Coruja, só tenho um dente e agora ele está doendo por causa do casco da tartaruga.

A coruja, com todo cuidado, falou:

- Mas a senhora não precisa ter vergonha de ter apenas um dente, todos nós temos os nossos problemas. Eu também tenho um segredo.

- E qual é? 
- Dona Pintada perguntou curiosa.

- Olhe bem para os meus olhos! 
- pediu a coruja, se aproximando mais da onça.
A Pintada olhou admiriada para Dona Coruja e, rindo, mostrando seu único dente, disse:

- Com o respeito que lhe devo, Dona coruja, a senhora é vesga?

- Sou vesga sim, e não me envergonho disso.

Nossas diferenças não podem nos impedir de ter amigos.
- Somos todos iguais perante Deus.

Pela primeira vez na vida, a onça banguela deu uma sonora gargalhada mostrando para todo mundo o seu segredo. Ela olhava para Dona Coruja, que também rachava o bico de tanto rir, sem saber na verdade para onde a coruja olhava.

Ouviu-se então uma gargalhada geral vinda das moitas e árvores. 
Os animais, antes escondidos, agora sem ter mais medo da dona Pintada, 
aproximavam-se rindo muito.

E, entre eles, vinha Dona Tartaruga que mostrava aos outros bichos um furo no seu casco.

E todos, muito contentes, às margens do riacho, puderam aproveitar aquela manhã para se tornarem mais amigos, respeitando as diferenças uns dos outros.

E vocês, que acabaram de descobrir o segredo da onça-pintada, também sabem aceitar as diferenças dos seus amiguinhos?

Gostaram e aprenderam algo importante com a historinha?!


*soninha*

Imagens:
Vera Stefanello

Não dê armas às crianças!!

Não dê armas às crianças!!