Estamos de volta!!

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O Inverno Chegou...

26 de ago de 2010

A ARMA INFALÍVEL



Certo dia, um homem revoltado e com muito ódio, escreveu uma carta malcriada e mandou para o chefe da
oficina que o havia despedido.

Era uma carta com ameaças cruéis. Quando o diretor do serviço leu as frases que expressavam ódio,guardou no próprio coração, e ficou furioso sem saber por quê. Encontrou, quase de imediato, o subchefe da oficina e,, a pretexto de ver uma peça quebrada, jogou sobre ele a bomba mental que trazia consigo.

Foi a vez de o subchefe ficar nervoso. Guardou o sentimento de raiva, ficando aborrecido por várias horas e, na hora do almoço, ao invés de comer, descarregou na esposa o perigoso veneno. Só por causa de um sapato mal engraxado, disse dezenas de palavras feias; sentiu-se aliviado e a mulher passou a sentir uma má sensação, em forma de raiva sem saber por quê. Repentinamente transtornada, se aproximou da empregada que fazia o serviço de calçados e desabafou com palavras ásperas, ferindo o coração da menina.

Agora, era uma pobre menina que tinha o sentimento ruim. Não podendo despejar nos pratos e xícaras ao alcance de suas mãos, chegou perto do velho cão, dorminhoco e paciente, e lhe deu um pontapé.

O animal gritou, disparou e, mordeu a primeira pessoa que encontrou na rua.Era a esposa de um vizinho que, ferida na coxa, ficou enfurecida. Em gritaria desesperada, foi levada até a farmácia; mas, transferiu ao enfermeiro que a socorria todo aquele sentimento de raiva.

O rapaz muito prestativo, de calmo que era, se transformou em fera verdadeira. Revidou o tratamento com palavras ásperas e saiu, alucinado, para casa, onde a devotada mãezinha o esperava para a refeição da tarde. Chegou e descarregou sobre ela toda a ira de que era portador.

Estou farto! – gritou – a senhora é culpada dos aborrecimentos que me perseguem! Não suporto mais esta vida infeliz! Fuja da minha frente!...

Disse nomes terríveis. Blasfemou. Gritou, colérico, qual louco.

A velhinha, porém, longe de se aborrecer, segurou em suas mãos e disse com naturalidade e carinho:

- Venha cá, meu filho! Você está cansado e doente! Sei a extensão de seus sacrifícios por mim e reconheço que tem razão para lamentar. Mas, tenhamos bom ânimo! Lembremos de Jesus!... Tudo passa na Terra. Não esqueçamos do amor que o Mestre nos deixou...Abraçou-o, comovida, e afagou seus cabelos!

O filho observou seus olhos serenos e reconheceu que havia no carinho materno tanto perdão e tanto entendimento que começou a chorar, pedindo desculpas. Houve então entre os dois uma explosão de alegrias. Jantaram felizes e oraram em sinal de reconhecimento a Deus.

A projeção destrutiva do ódio morrera,afinal, ali, dentro do lar humilde, diante da força infalível e sublime do amor.

 Retirada do livro: Alvorada Cristã - Francisco C. Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio,.


bjs,soninha

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Não dê armas às crianças!!

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